<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-431990569240036153</id><updated>2011-10-24T19:19:04.406-07:00</updated><category term='religião'/><category term='país'/><category term='ópio'/><category term='Nação'/><category term='malhar'/><category term='televisão'/><category term='alocação'/><category term='cibercultura'/><category term='críticar'/><category term='TI'/><category term='head-hunter'/><category term='Karl Marx'/><category term='currículo'/><title type='text'>Falo Por Que Quero Ouvir</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>José Vasconcellos Dias Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10014757501413315720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_biu9Ea_s_s8/SP-sAVABkOI/AAAAAAAAAAM/edpeD-GrXMA/S220/JoseOlhando.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>19</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-431990569240036153.post-4731728343324830479</id><published>2009-08-11T12:26:00.000-07:00</published><updated>2009-08-11T12:50:44.775-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cibercultura'/><title type='text'>Cibercultura, a perigosa</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;“&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O ano 2000 chegou, eu vi, e decidi tomar o partido da humanidade&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Pierre Lévy&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;INTRODUÇÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Mais cedo ou mais tarde algum dos ditos "fenômenos sociais", emergiria do pântano das criações humanas, "encapsulado" em alguma roupagem ilusória, ocultando em suas entranhas verdades que, quando descobertas ou levariam seus criadores a repensar a criatura ou fariam desses meros vassalos, levando todos a um desditoso fim ou ao início da recriação - porque a criação já foi.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Esse fenômeno mitológico é a tal da cibercultura!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mas o que ela é exatamente? Quando foi que a utilização de um "utensílio doméstico", uma "ferramenta de apoio", um "aparelho facilitador" ganhou o direito de chamar-se "cultura"? – Isso não significa que possa haver confusão sobre a diferença entre veículo e conteúdo, mas é inegável que a internet, indubitavelmente, é o ícone da cibercultura. Portanto são válidas essas perguntas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Antes de pensar se existe resposta para a segunda pergunta, ou mesmo se isso chega a merecer ser chamado de pergunta, olhemos por sobre nossos ombros para a História e vamos nos perguntar quando foi que tivemos outras culturas baseadas em um ícone?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Tivemos a cultura do ábaco? Do lápis? Da imprensa? Da TV?... Essa última, não há como discordar, é mais muito mais do que uma cultura, está mais para um conquistador insaciável e incansável que envolve e molda "sua própria imagem e semelhança" em tudo que a humanidade produziu, e que mereceu ser notícia, desde 1924.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Aliás, usando a cultura da TV, existe uma comparação bastante simples que mostra um pouquinho do que podemos esperar - na verdade já é possível ver - dessa dita cibercultura. Na cultura televisiva - que de agora em diante andará emparelhada com a cibercultura até ser totalmente engolida por ela - existe a necessidade social de limites e esses limites se traduzem nas "cartas de intenções" de muitos órgãos de vigilância, ou mesmo censura, em vários países, além de entidades particulares que tentam ditar alguns horários de programação, principalmente nos USA.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Certo é que alguma forma de controle de horários de determinado tipo de programação existe em todos os países. É claro que a palavra "censura" deve ser vista com a desmedida singeleza que adquire nesses casos em que falamos de países democráticos, mas uma auto-regulamentação existe sim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Já do outro lado, no universo da cibercultura, isso é impossível e é assim mesmo que tem que ser, afinal pensar em algum tipo de cerceamento no ambiente do ciberespaço é uma ignomínia, há que se concordar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mas não sejamos tão ingênuos a ponto de não percebermos o nível de censura que já existe na internet – haja vista o “bloqueio” a determinados países que ocorre quando você tenta um acesso a um determinado conteúdo? - Não se trata de salvaguardar "segredos industriais", trata-se de conteúdos proibidos para uma determinada gama de endereços IPs, que caracterizam esse ou aquele determinado país.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O chamamento às matérias com este conteúdo - cibercultura - geralmente faz loas à dita, mas apesar de tudo que podemos encontrar de positivo no universo da cibercultura, esses avanços tecnológicos quase sempre apresentam outro lado menos positivo para o indivíduo ou são dignos de uma análise mais profunda e criteriosa sob a ótica da interferência dessas tecnologias na vida do mesmo. Não é possível ficarmos atrelados a todas essas meias-verdades como se fossem a panacéia universal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A cibercultura é uma expressão perigosa até mesmo em sua definição que, como tal, precisa ser muitíssimo bem entendida. E, além disso, seus aproveitadores freados em suas intenções igualmente daninhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Vejam que já chegamos ao cume, já tivemos um presidente eleito com a força da cultura da internet e não foi qualquer presidente, foi o presidente do país ainda tido como o mais poderoso do planeta. Essa verdade é fácil de se verificar haja vista que o primeiro discurso de agradecimento como presidente eleito feito por Barack Obama foi na Internet!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;O próprio termo Cibercultura tem vários sentidos. Mas se pode entender por Cibercultura a forma sociocultural que advém de uma relação de trocas entre a sociedade, a cultura e as novas tecnologias de base microeletrónicas surgidas na década de 70, graças à convergência das telecomunicações com a informática. A cibercultura é um termo utilizado na definição dos agenciamentos sociais das comunidades no espaço eletrônico virtual. Estas comunidades estão ampliando e popularizando a utilização da Internet e outras tecnologias de comunicação, possibilitando assim maior aproximação entre as pessoas de todo o mundo. (Wikipédia)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Essa parte da definição de cibercultura, que pode ser lida na Wikipédia, oculta um procedimento estratégico de dominação que não pode simplesmente ser relevado como uma sandice ou paranóia. Quando lemos “... maior aproximação entre as pessoas de todo o mundo..." também estamos lendo "todos os peixes em um só barril" e esse "barril" fica mais apertado na medida em que, através da Internet, falamos uma mesma língua - como se fosse um Esperanto sem esperanças -, ou passamos nossas impressões e aceitamos impressões de terceiros mais facilmente ou mais inadvertidamente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Lá também está escrito: “... ampliando e &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;popularizando&lt;/span&gt; a &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;utilização&lt;/span&gt; da Internet..." - essa frase pode ser bastante interessante porque a partir dela vislumbramos os peixes no barril. Como exemplo, citamos o último mês de Maio, logo no início, quando presenciamos um "caos sutil" em um grupo - grande - desses peixes, na ocasião em que a GOOGLE esteve "quase fora do ar" em virtude, segundo a empresa divulgou, de falhas em um grupo de roteadores. Houve muitos relatos de pessoas que se sentiram desnorteadas por não poderem usar aqueles serviços. - Desnorteadas? Por não poderem usar um determinado serviço da internet? É um serviço essencial? Isso é um vício?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Antes de citarmos outro exemplo, não nos esqueçamos que a atual tecnologia “traz para suas mãos a Internet”, como apregoam os inúmeros comerciais falando sobre essa “facilidade”. Isso posto e voltando aos peixes encerrados em um barril podemos citar, olhando apenas para nosso País, que tínhamos em Março de 2009, uma proporção pouco acima de 80% de brasileiros com aparelhos celulares conforme registros da própria &lt;a style="font-style: italic;" href="http://br.noticias.yahoo.com/s/23042009/25/tecnologia-anatel-numero-total-celulares-chega.html"&gt;Anatel&lt;/a&gt;. Quer saber onde estão os peixes? É só constatar que há 12 anos atrás os celulares não eram comuns e vivíamos muitíssimo bem sem eles.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E agora se imagine, nos dias de hoje, saindo de casa sem ele!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Existe uma malignidade na cibercultura, vejamos as razões: esse "demônio" que foi insinuado não tem chifres, ele age de forma venenosa e bastante dissimulada quando o assunto é "pensar em corações e mentes", principalmente corações e mentes jovens e de países menos desenvolvidos – vejam os IPs mencionados anteriormente - e isso se torna claro quando olhamos para a média dos jovens brasileiros e percebemos uma “mesmice virtual”. É difícil vermos conversas que ultrapassem as ferramentas padrões, como se não houvesse novos instrumentos aparecendo quase diariamente – e nem assuntos mais profundos – como se os assuntos que envolvessem a internet não fossem além das fofocas do grupo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Não há como discordar de que o jovem brasileiro - ou o latino-americano - de hoje em dia, final da primeira década do século XXI, esteja buscando seu espaço na comunidade, mas será que um percentual alto desses jovens sabe bem o que está procurando? Será que ele, o jovem mediano, sabe aproveitar positivamente as facilidades dessa cibercultura para seguir o seu caminho? Ou essas mesmas “facilidades”, na medida em que são despejadas em seu colo, simplesmente, não o está tornando mais e mais dependente de algo, qualquer coisa que seja, que simplifique demais as ações que poderiam fazê-lo mais cônscio de seus deveres ou até de si mesmo? Afinal a própria leitura está sendo posta de lado quando falamos de pesquisas escolares, ou ainda pior, trabalhos de final de curso em universidades. Em listas de discussão com algum conteúdo técnico não é sequer raro vermos pedidos de material para composição de trabalhos de fim de curso e outros. E, muitas vezes, esses pedidos são atendidos on-line.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Onde foi parar a pesquisa própria, a busca de informações ou o simples folhear de livros?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;É claro que facilidades são bem-vindas, desde que elas não destruam o processo de assimilação e aprendizagem, muito menos a prazerosa curiosidade humana ao mesmo tempo em que “quebram paradigmas” como alguns querem crer ou repetem esta expressão, cegamente, sem perceber a óbvia “ode à preguiça” que estrondeia por trás do termo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Mas o alvo não são somente esses jovens. Há pouco tempo, “maduros” também se deixaram levar por um &lt;a style="font-style: italic;" href="http://www.youtube.com/watch?v=9lp0IWv8QZY"&gt;viral&lt;/a&gt; que provocou ondas de sentimentalismos, indignações, apoios exaltados e por aí vai, quando o fato nada mais foi – e isso era mais do que evidente - do que uma armação da TV inglesa sobre um programa do tipo “show de calouros” que, aliás, já foi desmascarada. A forma como esses “virais” afetam a comunidade merece uma atenção mais séria haja vista serem capazes de provocar comoções que podem agir sobre diferentes áreas da sociedade, até mesmo gerar sérios problemas comerciais e econômicos. A propósito, “viral” deriva da expressão “&lt;a style="font-style: italic;" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marketing_viral"&gt;marketing viral&lt;/a&gt;”, coisa já antiga nos meios de comunicação. Fala-se “viral” para notícias, imagens ou vídeos que se espalham pela internet como se fossem um vírus de computador, sem o efeito destrutivo do mesmo, ou quase.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quando o assunto passou por censura na Internet, a imagem foi de leitores se questionando: "Se existe censura, então pode existir manipulação?" - daí se existe manipulação... Deixemos a cada um a tarefa de “desfiar um rosário” sobre isso!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Outro prisma mais triste e opaco da cibercultura pode-se perceber quando, extrapolando o ícone dessa cultura – a Internet – lemos essa parte da definição: "&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;... novas tecnologias de base micro-eletrônicas...&lt;/span&gt;" e nem falando do complemento da frase, "&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;década de 70&lt;/span&gt;", mas vindo para os dias atuais, muitas dessas novas tecnologias que aproximam as pessoas, também mantém cada qual em sua ilha, distantes do contato físico ou daquele bom e velho olho no olho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;É comum entrarmos no metrô ou no ônibus e vermos as pessoas mergulhadas em si mesmas, ouvindo alguma coisa, jogando alguma coisa ou falando com alguém através desses aparelhinhos que - além de servirem como distração - garantem que você sempre seja encontrado esteja onde estiver, até em um buraco debaixo da terra - e o outro ser humano ali do lado, que bem poderia render uma boa conversa, uma interação amiga ou uma boa amizade, tentando fingir-se de distraído.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mas sem deixar fugir aquele ícone mencionado- e sem conseguir evitar visto seu poder - existe um exemplo bastante difícil de encararmos: a Internet alimenta uma condição comum nas pessoas e que, devido a ela, deixa de ser um problema isolado de cada um, para tornar-se o motivador de mais uma moda da cibercultura, essa necessidade que temos de que nos vejam mais como desejamos ser do que como realmente somos o que, convenientemente, também nos afasta do convívio real – a dicotomia entre o ser real e o ser ideal. Essa distância imposta pela moda dos chats afasta-nos uns dos outros, nos permitindo, tolamente, nos apresentarmos como bem quisermos em detrimento da verdade de quem somos. Quem tem filhos já deve ter passado pela experiência de ver o rebento chegar em casa da escola e ir para alguma sala de bate-papo para "ficar conversando" com os colegas do colégio. Mas eles estavam juntos agora mesmo!!! Que diabos?!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Alguns poderão defender-se com o justo escapismo da segurança, das dificuldades dos pais em ficar até tarde no shopping ou na própria escola enquanto os filhos "trocam figurinhas" (nem sempre tão literalmente), ou que as crianças não querem ficar "pagando o mico" de ter algum dos progenitores por perto. Certo, pode até mesmo ser compreensível, mas quando uma conversa "cai na rede", essa conversa também pode ser monitorada não é mesmo? Mas por quem?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;RESUMINDO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;A conclusão de Comasseto, ao comentar Pierre Lévy: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A expansão da consciência e a inteligência coletiva que, pelo advento da rede eletrônica que conecta o mundo de modo virtual e instantâneo, estaria prestes a democratizar o acesso às formas de poder e a realizar o ideal tão sonhado de uma sociedade autônoma e igualitária. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;(Comasseto, 2005)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;À luz das realidades que nos sufocam chega a ser inocente e sonhadora. É até bonito pensar assim, sonhar com algo assim, almejar e buscar essa realidade, mas a dura e crua realidade mesmo é outra e não tem nada de "sociedade autônoma e igualitária", é um jogo de dominação sem precedentes e com gente apoiando sem ter a menor noção do que está realmente acontecendo ou, sem nenhuma preocupação com o futuro dos seus.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Martin Heidegger, um “pensador da técnica”, condena as correntes que a vêem como: a) uma atividade do homem; b) um meio para determinado fim - e muitos fazem coro com ele, eu até quero fazê-lo também, mas no “frigir dos ovos”, quando paramos séria e friamente para acompanhar os acontecimentos que nos cercam, a letra "b" é exatamente o que está acontecendo, de forma daninha e inexorável, em um nível mais delicado de percepção. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Essa conclusão está bem expressada por Neil Postman:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Em que extensão a tecnologia do computador tem sido uma vantagem para as massas? Para os operários siderúrgicos, proprietários de quitandas, professores, mecânicos de carro, músicos, pedreiros, dentistas e a maioria das pessoas cujas vidas o computador está invadindo agora? Seus assuntos particulares foram tornados mais acessíveis para instituições poderosas. Eles são seguidos e controlados com mais facilidade; são submetidos a mais exames; são mistificados cada vez mais pelas decisões tomadas sobre eles; muitas vezes são reduzidos a meros objetos numéricos. São inundados por correspondência inútil. São alvos fáceis de agências de publicidade e de organizações políticas. As escolas ensinam seus filhos a operar sistemas computadorizados, em vez de ensinar coisas mais valiosas para crianças. Resumindo, para os perdedores não acontece quase nada do que precisam.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;(Postman, 1992, p. 20)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;É importantíssimo frisar que essa visão já era bastante clara há um bom tempo atrás, nos idos de 1992!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Então quando foi colocada, no início do texto, a frase de Pierre Lévy, a menção realmente tem o intuito de tomar partido da humanidade, a humanidade livre e plenamente democrática.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Mas onde ela está? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;E para onde está caminhando?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/431990569240036153-4731728343324830479?l=faloporquequeroouvir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/feeds/4731728343324830479/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=431990569240036153&amp;postID=4731728343324830479' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/4731728343324830479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/4731728343324830479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/2009/08/perigosa-cibercultura.html' title='Cibercultura, a perigosa'/><author><name>José Vasconcellos Dias Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10014757501413315720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_biu9Ea_s_s8/SP-sAVABkOI/AAAAAAAAAAM/edpeD-GrXMA/S220/JoseOlhando.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-431990569240036153.post-4771520352748985372</id><published>2009-07-07T06:05:00.000-07:00</published><updated>2009-07-07T09:59:25.923-07:00</updated><title type='text'>A Fábula do Parquinho</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_biu9Ea_s_s8/SlN97vIgMiI/AAAAAAAAABc/NhFC1rhdzE4/s1600-h/Parquinho.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 258px; height: 164px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_biu9Ea_s_s8/SlN97vIgMiI/AAAAAAAAABc/NhFC1rhdzE4/s320/Parquinho.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355762847091536418" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sabe aqueles dias gostosos?...&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tardes de Outono! A temperatura tem todo o jeitão que vai cair você pensa em um agasalho, mas, no final, sabe que a noite será uma delícia.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é! Era um dia assim, uma tarde assim. Um daqueles dias onde não há como estragar, ou não deveria haver.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joãozinho estava todo prosa, e tinha todo o motivo de estar, sua bola nova, linda, vermelha, brilhante, nem tão leve nem tão pesada, apenas gostosa de se brincar. E lá foi ele, todo feliz para o parquinho pelas mãos de Lucelene, a babá... Não! Babá não! Lucelene era um anjo que cuidava dele quase com o afeto da mãe que tão desvelada em carinhos e cuidados quando as tarefas do lar e o trabalho na loja o permitiam, deixava-o aos cuidados daquela jovem mais que amiga, quando essas mesmas tarefas a tomavam.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pequeno João chegou no parquinho com o coração aos pulos, todos os amiguinhos estavam ali, todos que ele chamara para sua festa no Sábado que se aproximava, estavam entre os escorregas, os balanços, os cavalinhos de latão, as trilhas de areia e os pneus pintados. E João sabia que todos iriam ver sua bola nova, que todos iriam brincar com ele e sua bola nova... A festa de Sábado estava chegando!&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim foi! A meninada brincava com todo o fôlego dos homens e mulheres do futuro, com toda a inocência e santidade dos pequeninos que da vida, só sabem sorrir. Corrida, pique-pega, balanço, escorrega, pique-esconde, lanchinho e... Futebol!&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Futebol! O pequeno João não era exatamente um craque, mas gostava do jogo, não gostava de competir, nem do natural enfrentamento entre os meninos na hora de dividir uma bola ou correr para chutar em gol, mas ele estava tranquilo, a festa de Sábado era aguardada por todos, todos queriam ir à festa onde o palhaço "Pebolim" iria apresentar seus truques de mágica e suas brincadeiras... E a festa era do João, o João que estava ali entre eles, brincando, chutando, correndo.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma dessas idas e vindas do velho "esporte bretão", João e Juquinha esbarraram e foram ao chão, arrastando-se na areia do parquinho, ralando joelhos, sujando shorts, coisa de criança que Juquinha, menino levado que morava na casa do final da rua, nem ligou, levantou e já deu um chute na bola, direto para o gol, e quase que marcou o danado, levando os dois times à gritaria e algazarra natural nessa idade de sonhos e brinquedos. Enquanto todos corriam atrás da bola, Joãozinho levantou-se espanando a areia e gritou com Juquinha, disse que ele não podia ter esbarrado nele, que fora de propósito, que doera e tinha sido falta, o quase gol não valera.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Todo mundo ficou meio sem ação, ninguém vira nada, ninguém percebera nada. Juquinha - como já disse um garoto levado - nem ligou, olhou para o João e riu, riu da cara dele, riu das roupas sujas, riu do joelho ralado, riu como toda criança deve, sempre, poder rir. E todos riram também, todos, crianças que eram - meninada sadia -, riam daquilo que, para todos, era mais uma brincadeira do aniversariante do Sábado.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só Joãozinho não ria mais, só Joãozinho não queria mais brincar, só Joãozinho levantava a mão e desferia um soco em Juquinha que, malandro que era, desviava e, ainda rindo, empurrava o agressor dizendo bobagens de criança.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João caiu e ficou esperando os amiguinhos o ajudarem a levantar, caiu e ficou esperando os convidados da festa de Sábado ralharem com Juquinha, dizerem coisas para o menino malandro da casa do final da rua, caiu e ficou esperando que lhe entregassem a bola... Mas as crianças são crianças e quando uma ri gostoso, todas riem gostosamente, pois é assim que criança é. Criança é criança!&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meio da algazarra, João, o ranzinza, tomou a bola das mãos de quem estava com ela fosse lá quem fosse, pegou a bola, botou debaixo do braço, fechou a cara e foi, choramingando, ter no colo de Lucelene, lacrimejando uma coisa que criança que é criança não sabe o que é. João sentia raiva. Raiva do Juquinha, raiva do parquinho, raiva da bola, até de Lucelene que lhe pedia voltasse a brincar. Juquinha chamou João que fez ouvidos moucos, Juquinha chamou novamente e de novo e mais uma vez, mas João, o ranzinza, não queria conversa com Juquinha, não queria conversa com os times, não queria conversa com ninguém no parquinho. João gritou com Lucelene, que se espantou com o seu Joãozinho, sempre tão calminho, sempre tão amigo e, ali naquela hora, uma pequenina e patética ferinha.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João que estava com a bola debaixo do braço, gritou novamente, gritou que não iria mais brincar, gritou que não iria mais emprestar a bola, gritou que Juquinha era um lixo, gritou que ele não podia ir à sua festa e que todos não iriam mais a sua festa e que Lucelene não iria mais a festa, que o bolo, os balões, os doces, o palhaço Pebolim eram só dele e que todos, todos, todos que não se renderam a sua autoridade de dono da bola e dono da festa, não estavam mais convidados, não poderiam mais aparecer lá no prédio dele, que ele iria falar com seu pai, o síndico, que ninguém do parquinho poderia ir à festa, ninguém, ninguém, ninguém...&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Sábado, João estava calado, sozinho, olhando o palhaço Pebolim fazer suas mágicas, afinal o artista já fora pago para isso. O pai, indignado com os agressores do parquinho que tinham &lt;span style="font-style: italic;"&gt;surrado&lt;/span&gt; seu filhinho, dera ordens aos porteiros: "ninguém daquele parque entra aqui, ninguém!" e ninguém entrou, mas não porque os porteiros fossem azedos ou de coração duro, ninguém entrou porque ninguém foi à festa. Ninguém quis ir à festa. &lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Sábado, enquanto no playground do prédio uma festa silenciosa acontecia, a algazarra no parquinho avisava a toda a rua: "&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tem criança feliz no parquinho!&lt;/span&gt;"&lt;/span&gt;   &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a próxima!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;José Vasconcellos&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/431990569240036153-4771520352748985372?l=faloporquequeroouvir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/feeds/4771520352748985372/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=431990569240036153&amp;postID=4771520352748985372' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/4771520352748985372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/4771520352748985372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/2009/07/fabula-do-parquinho.html' title='A Fábula do Parquinho'/><author><name>José Vasconcellos Dias Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10014757501413315720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_biu9Ea_s_s8/SP-sAVABkOI/AAAAAAAAAAM/edpeD-GrXMA/S220/JoseOlhando.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_biu9Ea_s_s8/SlN97vIgMiI/AAAAAAAAABc/NhFC1rhdzE4/s72-c/Parquinho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-431990569240036153.post-9076813759267477474</id><published>2009-06-08T05:58:00.000-07:00</published><updated>2009-06-08T06:01:58.862-07:00</updated><title type='text'>AS PALAVRAS, VOCÊ E OS OUTROS</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ah! As palavras!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quando são ditas, não podem voltar atrás e, muitas vezes, ferem irremediavelmente. Como a flecha que busca o coração da vítima de forma infalível, também as palavras, inevitavelmente, matam. Matam uma relação, matam uma amizade, destroem um amor ou sepultam uma carreira.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;De outra forma, quando escritas, as palavras têm uma complexidade inevitável. Elas não possuem emoção, não trazem entonações nem tão pouco, expressividade. Estão apenas lá pintadas em um papiro, rabiscadas em um papel, ou digitadas em alguma tela, nesse último caso, expressas com a urgência do mundo de hoje. Uma premência tão absurda que muitos de nós já não podem mais perceber. Uma ansiedade inescrupulosa que nos arremessa ao engano ou, quando menos, uma interpretação equivocada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;As palavras precisam de tempo para ser digeridas e, virtualmente, precisam sempre ser retrucadas com perguntas, caso contrário é uma temeridade acreditarmos que sabemos a que ponto conseguiremos chegar, se estivermos em uma discussão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;As palavras! Autores recolhem-se ao texto bastante bem definido, sem chances de equívocos ou que deixem interpretações, todas, agradáveis. Poetas, estes, evocam a emoção trazendo imagens que não permitam que as palavras – sempre esfíngicas - sejam somente lidas, às vezes, sequer vistas. Políticos as usam da forma mais pérfida que se possa alcançar, sempre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Você leu até aqui esse monte de palavras e, em algum momento ou o tempo todo, achou que eu estava me dando o direito de ser “poético”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ledo engano! Pode até parecer que existe poesia nas palavras acima, mas antes disso existe uma lição:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;“A comunicação em um ambiente corporativo, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;necessariamente, deve ser clara, objetiva e translúcida.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Se você não sabe, vai saber, de histórias sobre comunicações mal feitas, diálogos mal ajambrados que finalizaram negócios de forma trágica, corporativamente falando, ou não.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Uma pesquisa encomendada por uma consultoria inglesa mostrou que 80% dos gestores seniores de mais de 300 empresas da Inglaterra acreditam que sua organização não será capaz de cumprir os objetivos estratégicos, e metade desses entrevistados afirma que o CEO fez promessas aos acionistas que não podem ser cumpridas. E sabe o que é visto como o possível motivo para isso?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Acertou! Falha de comunicação!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Por que essa conclusão? Bem! Essa pesquisa também mostrou que cerca de um terço dos gestores – que, na maioria das vezes são os responsáveis pelo bom andamento das divisões - afirma não compreender a estratégia corporativa bem o suficiente para implementá-la. Daí as perguntas:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Se não entendeu, por que não procurou elucidar as dúvidas?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Não entendeu por quê? O que faltou? Até que ponto estava claro a apresentação das metas ou – lembrando da premência de nossos tempos – houve tempo para interrogações? Houve espaço para elas? Ou alguém (bem lá no alto da pirâmide) assumiu como correta a exposição das metas e todos os demais se calaram?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Certo! Eu sei que abro dúvidas que parecem não responsabilizar diretamente as palavras como estava dizendo antes, mas também aí, a falta delas contribuiu para esse quadro, no mínimo triste, encontrado pela empresa pesquisadora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Acho que todo mundo conhece (quem não conhecer pode procurar porque “tem-no-google”) aquela piada anosa sobre o presidente de uma empresa que manda uma mensagem para a diretoria pedindo para que seus funcionários tivessem uma hora livre para ver o cometa Halley passar e termina... (Ah! Não vou contar né?!)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Pois bem! Essa piada - apesar de sê-lo - é um excelente exemplo do que pode acontecer em uma empresa, aí levando em consideração os diversos níveis da pirâmide administrativa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Acredito que qualquer um sabe como pode ser enfadonha a leitura de um auto judicial, não é mesmo? Acontece que, essa área é uma daquelas onde as palavras, literalmente, podem matar – apesar de nosso País não adotar a insidiosa pena de morte -, imagine uma sentença aberta a várias interpretações? Podemos chegar ao cúmulo de vermos um criminoso ser liberado logo após o julgamento em que foi condenado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Por favor, não vamos nos prender aos deploráveis exemplos que temos nas matérias de jornal, pois esses servem mesmo é para corroborar com o que estou dizendo, afinal a soltura de alguns que bem conhecemos, deu-se graças à possibilidade de interpretação dúbia nesse ou naquele processo específico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Deixemos os juristas com seus problemas e vamos concluir em nossa área, a de TI, apesar de estar claro que o problema é multidisciplinar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mais especificamente: um use case mal formulado, no mínimo pode dar problemas no prazo pré-determinado para o desenvolvimento de um sistema; uma reunião para elaboração de uma lista de pré-requisitos, se não for bem orientada, resulta em um desastroso contratempo mais adiante de um projeto e por aí vão os exemplos, até singelos, que podem ser enumerados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mas isso nem se compara a má interpretação de algum e-mail corporativo sobre essa ou aquela situação gerencial. Aí estamos falando de demissões, mesmo. E não creio que ninguém que leu esse pequeno texto tenha alguma vontade de passar por essa desagradável experiência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Então, por favor, escrevam seus e-mails com o máximo de calma que puderem encontrar, conheçam bem as palavras que usam. Quando receberem e-mails procurem lê-los de forma “desarmada” tentando entender o que querem dizer e nunca se acanhem de perguntar o quê, quem o enviou, quis dizer com essa ou aquela frase; façam copydesk antes de enviá-los; passem o texto a ser enviado pelo Microsoft word, pode não ser lá essas coisas, mas ajuda um bocado; e, acima de tudo isso, leiam, leiam muito, leiam bastante, seus cérebros agradecem, nossa língua pátria e a inteligência nacional também.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Até a próxima!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;José Vasconcellos&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/431990569240036153-9076813759267477474?l=faloporquequeroouvir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/feeds/9076813759267477474/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=431990569240036153&amp;postID=9076813759267477474' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/9076813759267477474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/9076813759267477474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/2009/06/ah-as-palavras-quando-sao-ditas-nao.html' title='AS PALAVRAS, VOCÊ E OS OUTROS'/><author><name>José Vasconcellos Dias Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10014757501413315720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_biu9Ea_s_s8/SP-sAVABkOI/AAAAAAAAAAM/edpeD-GrXMA/S220/JoseOlhando.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-431990569240036153.post-4668680969581180477</id><published>2009-05-07T05:06:00.001-07:00</published><updated>2009-05-07T05:06:41.535-07:00</updated><title type='text'>Ensinando Quem Deveria Ensinar</title><content type='html'>Tem "gente" (aspas justíssimas) por aí que "bota filho" no mundo e, depois, vai cuidar da própria vidinha medíocre, seja ela de um pobre empregado ou de um diretor de empresas ou político fajuto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Gente" assim é o principal fator de criação de tantos degenerados, sociopatas e coisas do gênero pelas cidades do mundo afora. É claro que a marginalidade tem seu maior "pomar" na miséria que vemos por todos os lados também em qualquer cidade, mas essa miséria seria menor se aqueles que podem fazê-lo, procurassem uma atitude mais nobre.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/05/090505_jovens_alcool_mc_cq.shtml"&gt;&lt;br /&gt;http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/05/090505_jovens_alcool_mc_cq.shtml&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É como dizem por aí, se não vai por bem que machuque onde dói mais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a próxima!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/431990569240036153-4668680969581180477?l=faloporquequeroouvir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/feeds/4668680969581180477/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=431990569240036153&amp;postID=4668680969581180477' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/4668680969581180477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/4668680969581180477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/2009/05/ensinando-quem-deveria-ensinar.html' title='Ensinando Quem Deveria Ensinar'/><author><name>José Vasconcellos Dias Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10014757501413315720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_biu9Ea_s_s8/SP-sAVABkOI/AAAAAAAAAAM/edpeD-GrXMA/S220/JoseOlhando.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-431990569240036153.post-2624153442503050284</id><published>2009-04-27T17:11:00.000-07:00</published><updated>2009-04-27T17:13:09.808-07:00</updated><title type='text'>HERÓIS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-family: arial;"&gt;“Quanto a mim, a minha opinião é esta: no mundo inteligível, a idéia do bem é a última a ser apreendida, e com dificuldade, mas não se pode apreendê-la sem concluir que ela é a causa de tudo o que de reto e belo existe em todas as coisas.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-family: arial;"&gt;Platão, A República (livro VII)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Aos que encontram algum tempo para perder em frente à TV, vivemos imersos em um universo de heróis, temos heróis de todos os tipos, os que voam os que congelam os que possuem garras, os que são invulneráveis. Todos heróis! Aqueles mais próximos de um ser humano, geralmente possuem alguma habilidade intelectual excepcional ou, então, treinaram seus corpos desde tenra idade quando uma desgraça se abateu sobre a família, ou alguma coisa parecida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, me deixem dizer-lhes que isso nada mais é do que um avanço tecnológico da parede da "caverna de Platão”¹ que, assim como sua antepassada, também esconde as maravilhas da realidade que está logo ali, do lado de fora daquele buraco escuro e mal iluminado – aliás, esse mito da caverna talvez seja a mais importante lição que podemos ter e passar para nossos descendentes nesses tempos de mídia farta, mas deixemos isso para outra hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso mundo, ao contrário das ladainhas dos pessimistas, possui heróis de verdade, heróis que se posicionam nas mais diferentes esferas da sociedade e, dentro dos limites que lhes são impostos, promovem belíssimos atos de bravura e heroísmo sejam eles sociais ou humanitários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há pouco tempo presenciamos algumas ações que marejaram os olhos de muitos, ações de vários anjos de Santa Catarina que, mesmo tendo perdido tudo e até a família, lutavam e sacrificavam-se para trazer algum alento aos sobreviventes daquela catástrofe, diga-se de passagem, uma catástrofe anunciada, mas não cabe aqui esse assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh! Sim, claro que também presenciamos os vilões naquele mesmo lugar, mas a triste verdade é que onde existem heróis, AINDA existem vilões, e vice-versa, felizmente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia-a-dia de nossas vidas, os heróis passam por nós com a humildade dos santos e a coragem dos justos, deixando atrás de si, atos magnânimos carregados de altruísmo e amor ao próximo, sem que sequer percebamos isso.&lt;br /&gt;São vários os lugares em várias cidades do nosso País e do mundo onde, à noite, aparecem poucos milhares desses heróis que ajudam o próximo sem nada pedir em troca, levando um cobertor, ou uma sopa quente, um chocolate, um café com pão ou uma palavra de alento aos muitos milhões de desabrigados que todas as grandes cidades em todo o planeta escondem em suas vielas mais escuras, às vezes, muitas vezes, à própria luz do dia, ao relento da desatenção dos humanos comuns e do descaso dos políticos comuns demais. Heróis que, em equipe, como fossem uma liga, lutam e afastam, mesmo que momentaneamente, a vilania da miséria de corações desesperançosos mas que, naqueles breves momentos, conseguem sorrir como que vislumbrando um mundo melhor com gente melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não veja somente esse time de semideuses como o que temos de heróis entre nós! Essa “liga” é maior, muito maior do que você e eu conseguimos supor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bombeiro(a) que, muitas vezes se arrisca para salvar uma pessoa seja um pai, um velho avô ou uma pequena neta, esse se desfaz da necessidade básica do homem de sobreviver, em prol de terceiros. Esses são heróis sempre, quase sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor(a) que se dedica diuturnamente para ter a melhor aula ou, ao menos, uma boa aula para ministrar aos seus alunos que, em muitos fins-de-semana, envolvidos em papéis de provas e livros, deixa de estar com sua família para corrigir provas ou prepará-las a contento de sua educação, esse é um herói, e um herói cujos feitos estão no presente, deixando marcas indeléveis para o futuro, o futuro de toda uma sociedade e algumas vezes - como no fundo bem sabemos -, o futuro de todo o planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A enfermeira(o) que corre para aplicar aquela última dose de um determinado medicamento, acaba salvando a vida de um avô querido, um neto muito amado ou uma mãe cuja família reza pela volta ao lar. Esse também é um herói. Daqueles que salvam vidas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O policial – Oh! Sim, sim, existem muitos que são assim! – que, tentando evitar um número maior de crianças e jovens desgraçados pelas drogas, arriscam suas vidas, seja policiando locais pouco confiáveis, seja enfrentando a fúria dos vilões que se locupletam com esse câncer social e se entrincheiram nas comunidades carentes por todo o nosso País, agindo como capatazes de “senhores de moral ilibada”, que vivem de mentiras no meio da sociedade que, pouco a pouco, vai-lhes conhecendo a máscara suja. Esses policiais também são heróis! E rezo todos os dias para que seu número aumente como se fossem eles um “multi-homem capaz de se multiplicar em infinitas cópias por todo o território nacional e pelas outras terras, também”. Esse é daqueles que arriscam a própria vida, do tipo mais para humano, mas que sabe seu valor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os religiosos? Em número desconhecido – sempre maior do que nós, pobres mortais, podemos imaginar – esses “soldados de Deus” têm para si uma das mais árduas tarefas que a “liga” propõe-se a combater, a de lutar contra o vazio, contra a total desesperança, contra o medo que nos acomete na hora de irmos para algum lugar, “aquele” lugar, qualquer lugar que seja esse. Esses heróis, não medem esforços, não se dobram frente à galhofa, não fraquejam em seu intento, pois sabem que são um grupo especial dentro dessa enorme “liga” que, talvez agora, você consiga vislumbrar. Esses também são heróis, daqueles que salvam, talvez, mais do que simples vidas, talvez, quem sabe, talvez salvem existências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem muitos outros heróis, muitos outros. Heróis de um tipo mais que especial, daquele tipo de pessoas que fazem seus trabalhos com dedicação, esmero e afinco, pessoas que, sem nada mais receber senão o salário acordado, sem mesmo pedir algo a mais em troca, dedicam-se às suas atividades com a viva vontade de fazer melhor, com o desejo de, no final do dia ou de um trabalho ou de um projeto, poderem olhar-se com inconfundível e merecida vaidade - aquela de saber ter feito o seu melhor de verdade... Não se iluda essas pessoas, semideuses, não são tão raras assim, elas estão ao nosso redor, geralmente, sem que saibamos disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, como disse antes e como não poderia deixar de ser, entre nós, tanto quanto existem heróis, existem vilões e, como toda história de aventuras que se preza, o número desses é sempre maior e nos faz, infantilmente, acreditar que podem dominar o mundo - mas esse nosso mundo tem heróis e precisa de mais heróis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então? Está esperando o que?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a próxima!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Vasconcellos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¹ - &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mito_da_caverna"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Mito_da_caverna&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS.: Obrigado pela inspiração, Ash Ketchum!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/431990569240036153-2624153442503050284?l=faloporquequeroouvir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/feeds/2624153442503050284/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=431990569240036153&amp;postID=2624153442503050284' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/2624153442503050284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/2624153442503050284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/2009/04/herois.html' title='HERÓIS'/><author><name>José Vasconcellos Dias Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10014757501413315720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_biu9Ea_s_s8/SP-sAVABkOI/AAAAAAAAAAM/edpeD-GrXMA/S220/JoseOlhando.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-431990569240036153.post-4981290677059290188</id><published>2009-04-06T06:39:00.000-07:00</published><updated>2009-04-06T06:42:47.529-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='país'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='malhar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='críticar'/><title type='text'>O NEGÓCIO É MALHAR</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Muito bem então, vamos lá, me diga você aí: Quem é que presta nesse País?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Sim! Por que se formos nas águas que fluem caudalosamente nos rios de fofocas e "disse-me-disse" da imprensa nacional - olha, eu estou sendo específico, sim: "imprensa nacional" -, se formos por aí não sobra ninguém, não sobra ninguém mesmo, até a menina que morreu por causa de um crachá é condenável (falo pelo que já li por aí), ela não tinha nada que pedir nada, afinal, como manda o regulamento das polícias por aí e por lá no Rio de Janeiro, não devemos e nem podemos esboçar qualquer ação reativa, no caso de uma assalto, certo? É!... Deve estar certo, mesmo, sei lá, afinal não existe - em nenhum lugar do País - um verdadeiro policiamento ostensivo, então deve ser por aí mesmo!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Mas vamos voltar à pergunta: alguém presta nesse País?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A imprensa de um estado tem sérias restrições ao povo de outro estado quando estampam matérias de violência e/ou futebol, se os governos forem de partidos opostos então nem se fala, é mais fácil dar cores fortes e "picantes" à violência em outro local e minorar as matérias sobre os crimes em seu próprio quintal. Aliás, essa mesma imprensa é, visivelmente, fragmentada em tantos pedaços quanto existem facções políticas no cenário da legislação pública brasileira e, cada uma a sua vez, ou em sua mídia preferida, "caem de pancada" em cima deste ou daquele político conforme as necessidades de seus empregadores ou motivos tão espúrios quanto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;ATENÇÃO! É claro que temos profissionais exemplares na imprensa brasileira,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;isso é obviamente indiscutível, mas, como em toda profissão, existem exceções.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Mas acontece que eu não estou aqui para atacar a imprensa brasileira, nem os políticos brasileiros ou alguma atividade específica seja ela qual for mesmo porque a idéia é, justamente, questionar o porquê o brasileiro, como povo, consegue tornar qualquer um que se projete como ícone seja ele político, administrativo, cultural ou, até mesmo, artístico - porque, sim, aqui são duas coisas diferentes, sim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Você teria essa resposta? Ou melhor, você também “malha” o deputado - seja lá de que partido ele for; o atleta - tenha ele conseguido uma medalha ou não; o seu gerente - quer ele tenha ou não seus motivos técnicos para agir da maneira como age; o seu colega de trabalho - porque ele não se barbeou hoje; ou aquele artista que tem a maior pinta de ser homossexual? E por que criar problemas com alguém devido a sua opção sexual?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Você está me entendendo? Eu estou querendo compreender por que nós brasileiros estamos SEMPRE dispostos a criticar o próximo, principalmente quando "o próximo" é brasileiro - porque, realmente, nós SEMPRE estamos prontos para isso, e estamos mesmo!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;O que você acha?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Será cultural?... Mas que diacho de "cultura" é essa que se locupleta com o decréscimo alheio?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Será social?... Mas então, estamos mal parados como Nação, não é mesmo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Será histórico?... Mas encontramos isso distintamente em nossa História? Desde sempre somos assim?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;O "histórico" bem poderia lastrear tanto o "cultural" quanto o "social". &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Seria um lenitivo pensarmos que somos "produto de gerações"? Que somos o que somos por uma histórica imposição do meio?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Mas estamos falando de fofoca, de denegrir a imagem de quem nunca conhecemos pessoalmente e até de quem conhecemos pessoalmente, de falar mal por hábito... Dá para acreditar? Por hábito!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Eu, sinceramente acredito de coração que essa nossa posição (porque TODOS nós fazemos isso uma hora ou outra), tende a diminuir nossa Nação bem como ajuda um bocado a tornar um hábito as mazelas que "criticamos", mesmo sem sabê-las verdadeiras nesse ou naquele indivíduo, e criticamos, quase sempre, sem olhar para nós mesmos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Quer saber? No final, esse artigo está mais para um pedido de introspecção da sua parte - e sempre da minha também, é claro: Se deixarmos que essa postura - tão comum entre nós - se perpetue, então de que adianta esperar ou torcer por um país melhor?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Até a próxima!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/431990569240036153-4981290677059290188?l=faloporquequeroouvir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/feeds/4981290677059290188/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=431990569240036153&amp;postID=4981290677059290188' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/4981290677059290188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/4981290677059290188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/2009/04/o-negocio-e-malhar.html' title='O NEGÓCIO É MALHAR'/><author><name>José Vasconcellos Dias Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10014757501413315720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_biu9Ea_s_s8/SP-sAVABkOI/AAAAAAAAAAM/edpeD-GrXMA/S220/JoseOlhando.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-431990569240036153.post-5046461478122794119</id><published>2009-03-20T11:07:00.000-07:00</published><updated>2009-03-21T08:23:03.982-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TI'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='currículo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alocação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='head-hunter'/><title type='text'>ATENÇÃO: Seu currículo foi procurado</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Estou aqui, sentado diante do computador, ouvindo a "Verde-Oliva FM" (acredite, é uma rádio absolutamente excelente), nas passagens de notícias o assunto, é claro, é um só: "ela", não, não é a Gisele, é "ela", a crise, essa coisa amorfa, adimensional, amoral e outros tantos "as..." ou "ins...", que você possa pensar de nulidade, hipocrisia e oportunismo nefasto, e fico pensando cá com meus botões:&lt;br /&gt;Imagine só a cena: Você é um "Profissional-De-TI-Desalocado" (lembram dele? Da fábula?!), que Deus o livre disso, é claro! É apenas uma suposição - ou uma divagação doidivanas, se alguns preferirem - mas você está buscando alguma opção válida de realocação, ao menos ainda pode se dar ao luxo de procurar alguma "opção válida" porque quando chegar aquele momento em que você pede “qualquer coisa” para um amigo, aí meu caro, sugiro um bate-papo muito sério e introspectivo com o Criador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você, o “Profissional-De-TI-Desalocado", faz o de sempre, pesquisa sites de empregos, sites de empresas, sites de realocações, sites de "head-hunters", sites de blogs de TI, sites pornôs (ninguém é de ferro, você tem que relaxar... Às vezes!) e o escambáu (adoro essa palavra: es-cam-báu. Tem um ditongo aí! Acho que é decrescente!), mas, enfim, lá está você, caçando e, é claro, com toda aquela ansiedade bastante comum de quem busca desesperadamente o que, simplesmente, parece andar em falta no mercado, ou fugindo de você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então está muito bem! Visualizou a situação, certo? Já está introjetado na personagem - É claro! É só uma personagem, nada mais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você acessa seu e-mail – como todo santo dia – para verificar se existe alguma novidade, se alguém lembrou de você, se um amigo arrumou alguma coisa, se “pintou” alguma resposta às dezenas de cadastramentos de currículos que você fez por toda a internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;E lá está! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reluzindo entre o spam religioso de algum amigo que, mesmo que não pareça, quer o seu bem e o aviso de algum grupo de relacionamento sobre uma mensagem de conteúdo vazio e que pouco lhe interessaria em qualquer momento de sua vida. Lá está ele! Esperando por você - o único “subject” válido para esse momento crítico de sua vida - a única coisa que você realmente espera ver no meio daquelas dezenas de e-mails diários que chegam até você vindos dos recônditos mais profundos do ciberespaço:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“Atenção: seu currículo foi procurado!”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus dedos tremem, sua respiração fica ofegante e profunda, você o “Profissional-De-TI-Desalocado”, foi encontrado no meio daquele oceano infinito de bits e bytes, pinçado de seu ostracismo para a libertação prazerosa de uma provável carteira assinada, um salário lhe aguarda por trás daquele “subject”!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os outros cento e vinte e três e-mails diários não significam absolutamente nada aqueles e-mails do seu amigo sacana que só envia baixaria não interessa mais, nem o e-mail da mamãe, muito menos o daquela gatinha que anda “dando mole” faz um tempão - afinal ela já está dentro -, e com você empregado então, aí é que nem se fala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você clica na linha que se destaca de todas com aquele brilho fascinante e...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...um texto com uma enorme propaganda de site de currículos se abre bem na sua frente, dizendo que você precisa dar mais atenção às suas perspectivas de emprego, que a concorrência está apertada e, por isso mesmo, é fundamental que você conheça o novo pacote de soluções para sua empregabilidade atingir níveis estratosféricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí?  Deu raiva, deu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a próxima!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/431990569240036153-5046461478122794119?l=faloporquequeroouvir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/feeds/5046461478122794119/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=431990569240036153&amp;postID=5046461478122794119' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/5046461478122794119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/5046461478122794119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/2009/03/atencao-seu-curriculo-foi-procurado.html' title='ATENÇÃO: Seu currículo foi procurado'/><author><name>José Vasconcellos Dias Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10014757501413315720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_biu9Ea_s_s8/SP-sAVABkOI/AAAAAAAAAAM/edpeD-GrXMA/S220/JoseOlhando.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-431990569240036153.post-1292279240946891738</id><published>2009-01-20T03:31:00.000-08:00</published><updated>2009-01-20T03:32:01.265-08:00</updated><title type='text'>O Carro Na Frente Dos Bois</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;No meio das notícias que a "crise" gera existe uma que não me agrada nem um pouco, ao menos da maneira e no momento em que ela está vindo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: verdana; font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"FIESP DEFENDE CORTE DE SALÁRIO E JORNADA"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Gente, olha só: É impossível dizer quando Israel está querendo inibir o Hamas ou quando está cometendo puro genocídio. Nesse caso, talvez, as mais de duas centenas de crianças mortas dêem a resposta com ares dela ser óbvia... Mas no caso da FIESP - que SEMPRE foi a FIESP - nesse caso, isso fica mais confuso, enevoado, difícil de distingüir (adoro os tremas, e daí?!).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: verdana;"&gt;É muito difícil para alguém com um pouco de histórico de noticiários nas costas, aceitar que se fale sobre o "prejuízo assustador de Dezembro" quando até meados de Novembro, TODO SANTO MÊS do ano de 2008 (nem vou falar de 2007), ouvíamos falar em "lucros records".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Onde foi parar o tal "lucro acumulado" tão cantado em verso&amp;amp;prosa quando o assunto é estimular o preço das ações?... Aliás, falando nisso, por que as ações não estão em queda vertiginosa se existe esse tal "prejuízo assustador"???? Por que será que o mercado, esse observador zeloso, não se deixa levar por declarações de "caos eminente"?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Ao menos ainda não no mercado brasileiro?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Conter o crise fora de nossas fronteiras - uma piada na própria concepção da frase - tem que necessariamente significar salários menores e jornadas menores? Será mesmo que existe aquele débil que consiga acreditar em algo do tipo: &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;"com menos horas de trabalho o profissional pode conseguir um segundo emprego"&lt;/span&gt; - Mas emprego aonde? Em um país em crise? Com a nova expressão sensacional do mercado, a tal "recessão técnica" (Putz! "Recessão tecnica", alguém tinha que ter a responsabilidade de prender quem diz coisas assim!).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Antes de quaisquer ações contra a sociedade brasileira, contra a Nação brasileira, que diminuam os lucros para taxas, apenas, próximas de 100% ou um pouco menores porém ainda muito significativas em qualquer mercado mais sério e menos escravagista, que diminuam as benéces supérfluas a um pouco milhar de "profissionais especiais", que fortaleçam investimentos em opções econômicas de energia, consumo, que invistam com seriedade, zêlo e competência em programas socias expurgando aqueles que o usam para ficar "sentado na porta da bodega" ao invés de trabalhar como fazia antes do programa (que é mal fiscalizado)!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Depois, só depois, se ainda houver crise, se o País ainda estiver sob o risco de crise, aí então sentem-se á mesa de negociações e vejam quem pode trabalhar menos e receber o justo por isso!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/431990569240036153-1292279240946891738?l=faloporquequeroouvir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/feeds/1292279240946891738/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=431990569240036153&amp;postID=1292279240946891738' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/1292279240946891738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/1292279240946891738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/2009/01/o-carro-na-frente-dos-bois.html' title='O Carro Na Frente Dos Bois'/><author><name>José Vasconcellos Dias Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10014757501413315720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_biu9Ea_s_s8/SP-sAVABkOI/AAAAAAAAAAM/edpeD-GrXMA/S220/JoseOlhando.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-431990569240036153.post-3424557798673570289</id><published>2009-01-13T16:07:00.000-08:00</published><updated>2009-01-13T16:12:07.781-08:00</updated><title type='text'>ESSA GUERRA ESTÚPIDA PERPETRADA E TRAVADA POR IDIOTAS MANIPULADOS</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Tá certo! Todo mundo fala da "guerra", então eu vou falar também, oras!... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Tudo bem que toda guerra é estúpida. Isso até beira o óbvio para quem já tem o hábito de defender seu ponto de vista com argumentos e um pouco de inteligência, seja lá quem for esse "alguém". &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Acontece que, ao contrário do que costumamos acreditar sobre "teorias de conspirações" e coisas assim, esse genocídio travado nos últimos dias de 2008 e primeiros de 2009 &lt;span style="color:#336666;"&gt;(que Natal, heim? E logo na terra onde dizem que Ele nasceu!)&lt;/span&gt; não tem nenhum objetivo escondido ou é manipulado por arquétipos invisíveis. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Essa guerra além de obviamente estúpida, é de razões óbvias, ululantemente óbvias! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Não acha não, é? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Então vejamos uns "dados históricos" incontestáveis: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A popularidade de um certo Bush andava mal das pernas quando a invasão do Iraque em busca de "armas de destruição em massa" foi perpetrada, a guerra não teve o exato desfecho esperado mas levantou a moral do "presidente" bem como sua popularidade. Um povo naturalmente beligerante vê na guerra, um bom momento tanto quanto a industria bélica; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A popularidade de um tal Ehud Olmert, diga-se o primeiro-ministro de Israel, não andava muito bem além do que, pior ainda, era o fato de algumas investigações sobre corrupção pesarem sobre seus ombros. A guerra começou e, no momento, ninguém fala sobre essas investigações, além do fato de que a dita baixa popularidade teve uma "melhoria significativa"; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Os três pretensos candidatos à liderança de Israel defendem a guerra seja mais ávidamente, seja mais moderadamente, a guerra é motivo de voto ou motivo de apoio e que se danem as quase 200 crianças palestinas mortas e os outros mais de 700 mortos na faixa de Gaza já que, ao menos até o dia de hoje, 13/01, fala-se em 952 palestinos mortos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Você reparou nas fotos das guerras? Aquelas que mostram as bombas que parecem um regador? Pois é, última palavra em extermínio, disparam um míssel que, a certa altura de sua trajetória descendente, se fragmenta em diversas bombas menores... &lt;span style="font-size:85%;color:#3333ff;"&gt;Que lindo não é mesmo? Parece até aquela cena do "Homem de Ferro", quanto o Tony Stark oferece uma nova arma para o exército americano!&lt;/span&gt; Seria bom se as mães de quem criou algo assim e dos que compraram algo assim além dos que lançam algo assim junto com os que ordenam o lançamento de algo assim, estivessem lá embaixo vendo esse "resultado" cair, "meio assim", sobre suas cabeças! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mas isso lembra um outro "detalhe" de toda essa morbidez: &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;o mercado armamentista! &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Israel tem que testar as novas armas de seu maior aliado, os USA (e os demais comerciantes), e tem que mostrar aos seus "vizinhos" que foi posto ali na década de 50 para ficar e danem-se os que detinham aquela terra antes disso, e não me venham com fatos históricos de 2500 anos atrás, se isso fosse motivo para exigir terras, não teríamos um só pais do jeito que é hoje - Mas isso merece um outro texto, merece mesmo! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Então temos o quê? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Temos uma guerra que serve para testes de armamentos; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Temos uma guerra com a intenção clara de perpetuar a discordância no seio do Oriente Médio; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Temos uma guerra que serve para o esquecimento de atitudes corruptas entre as lideranças israelenses; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Em fim, temos uma guerra que tripudia de TODAS as visões humanitárias da ONU e o faz com o apoio incondicional da América! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Tudo isso amplamente patrocinado por fortunas de filhos de Israel que acumulam poder nos USA. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Mas e as várias guerras absolutamente desumanas no continente africano? Quem financia? E por que?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/431990569240036153-3424557798673570289?l=faloporquequeroouvir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/feeds/3424557798673570289/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=431990569240036153&amp;postID=3424557798673570289' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/3424557798673570289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/3424557798673570289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/2009/01/essa-guerra-estpida-perpetrada-e.html' title='ESSA GUERRA ESTÚPIDA PERPETRADA E TRAVADA POR IDIOTAS MANIPULADOS'/><author><name>José Vasconcellos Dias Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10014757501413315720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_biu9Ea_s_s8/SP-sAVABkOI/AAAAAAAAAAM/edpeD-GrXMA/S220/JoseOlhando.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-431990569240036153.post-1849308559546637077</id><published>2008-12-09T05:11:00.000-08:00</published><updated>2008-12-09T05:13:40.143-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Karl Marx'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='religião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ópio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='televisão'/><title type='text'>Simples constatação...</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Karl Max&lt;/span&gt; dizia que a religião é o ópio do povo...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;... tadinho, ele não conhecia a &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;televisão&lt;/span&gt;!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/431990569240036153-1849308559546637077?l=faloporquequeroouvir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/feeds/1849308559546637077/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=431990569240036153&amp;postID=1849308559546637077' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/1849308559546637077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/1849308559546637077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/2008/12/simples-constatao.html' title='Simples constatação...'/><author><name>José Vasconcellos Dias Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10014757501413315720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_biu9Ea_s_s8/SP-sAVABkOI/AAAAAAAAAAM/edpeD-GrXMA/S220/JoseOlhando.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-431990569240036153.post-2230326291381279247</id><published>2008-11-28T04:07:00.000-08:00</published><updated>2008-11-28T04:21:31.522-08:00</updated><title type='text'>Os anjos e os demônios de SC</title><content type='html'>A Natureza – essa mãe rígida e amorosa – cobra, de tempos em tempos a ordem de seus filhos. Seja no Ocidente ou no Oriente, seja no Leste ou no Oeste, a Natureza, vez por outra, se apresenta nervosa, irritada e faz o que faz e faz com que nos sintamos pequenos, frente seu poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É assim na seca, é assim nas chuvas, é assim nas chamas ou nos ventos, a Natureza sempre cobra de seus filhos alguma coisa que, às vezes, eles mesmos não conseguem entender, coisa de criança que está crescendo e tentando aprender, coisa da espécie que, apesar de integrantes tão distantes entre si, tenta evoluir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil está perplexo e doído assistindo, em grande parte impotente, um exemplo desses em Santa Catarina. E lá, que os que conseguem prestar mais atenção nas tristes e terríveis notícias que chegam, têm a oportunidade única de reparar nessa “evolução da espécie”. No meio dessa dor infinita, de casos cuja emoção faz qualquer um chorar (ou querer chorar), em meio a isso tudo, no meio do povo sofrido do Sul do País, vemos pessoas que, mesmo em situação igual ou até pior que os desabrigados de seu Estado, encontram forças para se voluntariar em prol do próximo, tomando 24 horas de seus dias para ajudar das mais diferentes formas, seja agindo, zelando, carregando, limpando, desenterrando ou enterrando, mas presentes e lutando &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;como heróis estelares ou anjos pousados entre nós, nos mostrando a beleza da mais pura e bela ação do ser humano, a caridade. Não há nem nunca haverá preço que pague isso, nunca encontraremos palavras ou atos que possam retrucar a atitude desses “deuses” que nos lembram como podemos ser se quisermos ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do outro lado - e igualmente decorrente dos atos da mesma mãe do planeta – o País e o mundo testemunham perplexos, atos de vandalismo, saques e atitudes de outros que se aproveitam da “desgraça alheia”, seriam esses a prova definitiva de que temos muito que crescer? Seriam esses os demônios do Sul do País?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NÃO! Esses pobres infelizes de almas ignorantes, desesperados pela perda, enlouquecidos pela dor, cegados pela visão de tanto desespero não são esses tais “demônios”, antes sim, são a prova viva e incontestável de que não existem demônios e sim pessoas desesperadas, seres humanos que precisam, tanto quanto aquele desabrigado que perdeu até a família toda, que lhes seja estendida a mão que os guiem para o caminho por onde a humanidade trilha sua evolução. Esse pobre coitado forçado a ignorância seja pela dor do momento ou pela dor de uma vida inteira de descasos e privações, precisa conhecer aqueles anjos de que falei antes, assistir seus atos, ficar confuso com sua determinação celestial e, por fim, um dia ou em outra hora qualquer, ajudar aquele pobre idoso a aconchegar-se sob um cobertor doado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os “anjos e os demônios” de Santa Catarina são exemplos, assim como muitos outros que não nos lembramos no momento, de que temos muito que caminhar e, mais ainda, que não temos o direito de esmorecer!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/431990569240036153-2230326291381279247?l=faloporquequeroouvir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/feeds/2230326291381279247/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=431990569240036153&amp;postID=2230326291381279247' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/2230326291381279247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/2230326291381279247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/2008/11/os-anjos-e-os-demnios-de-sc.html' title='Os anjos e os demônios de SC'/><author><name>José Vasconcellos Dias Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10014757501413315720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_biu9Ea_s_s8/SP-sAVABkOI/AAAAAAAAAAM/edpeD-GrXMA/S220/JoseOlhando.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-431990569240036153.post-4771242525649147283</id><published>2008-11-27T13:44:00.000-08:00</published><updated>2008-11-27T13:50:17.421-08:00</updated><title type='text'>Faça um favor a você mesmo...</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;&lt;br /&gt;... LEIA MAIS...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_biu9Ea_s_s8/SS8V5Vw4QzI/AAAAAAAAAAo/CEv93jLkIkk/s1600-h/LeiaMais.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 400px; height: 269px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_biu9Ea_s_s8/SS8V5Vw4QzI/AAAAAAAAAAo/CEv93jLkIkk/s400/LeiaMais.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5273457763513025330" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-size:130%;" &gt;  &lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... E PENSE MAIS!&lt;/span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/431990569240036153-4771242525649147283?l=faloporquequeroouvir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/feeds/4771242525649147283/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=431990569240036153&amp;postID=4771242525649147283' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/4771242525649147283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/4771242525649147283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/2008/11/faa-um-favor-voc-mesmo.html' title='Faça um favor a você mesmo...'/><author><name>José Vasconcellos Dias Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10014757501413315720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_biu9Ea_s_s8/SP-sAVABkOI/AAAAAAAAAAM/edpeD-GrXMA/S220/JoseOlhando.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_biu9Ea_s_s8/SS8V5Vw4QzI/AAAAAAAAAAo/CEv93jLkIkk/s72-c/LeiaMais.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-431990569240036153.post-3087773432568886869</id><published>2008-11-08T14:20:00.000-08:00</published><updated>2008-11-08T14:22:09.319-08:00</updated><title type='text'>Eu, também, costumo dizer o que penso aqui:</title><content type='html'>&lt;a href="http://josevasconcellos.wordpress.com/"&gt;http://josevasconcellos.wordpress.com/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/431990569240036153-3087773432568886869?l=faloporquequeroouvir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/feeds/3087773432568886869/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=431990569240036153&amp;postID=3087773432568886869' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/3087773432568886869'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/3087773432568886869'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/2008/11/eu-tambm-costumo-dizer-o-que-penso-aqui.html' title='Eu, também, costumo dizer o que penso aqui:'/><author><name>José Vasconcellos Dias Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10014757501413315720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_biu9Ea_s_s8/SP-sAVABkOI/AAAAAAAAAAM/edpeD-GrXMA/S220/JoseOlhando.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-431990569240036153.post-6170273406626486089</id><published>2008-10-21T02:12:00.000-07:00</published><updated>2008-10-21T02:14:50.120-07:00</updated><title type='text'>O que é uma Boa Discussão?</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Responda rápido&lt;/span&gt;: O que é uma boa discussão?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Talvez, antes disso, alguns pensem algo parecido com: &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;“Eu odeio discussões!”&lt;/span&gt; Ou repudiem minha pergunta, simplesmente, lampejando: &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;“Discussão é coisa dos que não sabem dialogar!”&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Seja como for, todos estarão certos, e igualmente errados!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Odiar uma discussão ou considerar uma rusga (eu disse rusga) como sendo um reflexo da incapacidade de dialogar está bem próximo do certo, do real ou do compreensível. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Mas está assim tanto quanto está bastante incorreto! Por quê?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Ao contrário da visão mais imediatista, as discussões existem para que as partes envolvidas, sejam lá quantas forem, ponham suas discordâncias à prova. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Através da exposição e defesa de idéias todos os envolvidos ganham por tornarem-se aptos a perceber melhor esse ou aquele outro ponto de vista sobre uma determinada situação e, muitas vezes, até outras situações que se apresentam durante o debate. É um momento único onde bem podemos explicar tanto quanto podemos aprender algo sobre seja lá qual for o assunto pertinente à conversa, e seus assuntos periféricos, por assim dizer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Eu disse conversa? Sim! Disse sim! Porque é exatamente isso que uma discussão é e precisa necessariamente ser entendida, uma discussão é, exatamente, uma conversa! Uma conversa entre partes que, muito antes de impor, querem e precisam entender mais e melhor as diferentes idéias sobre o que quer que seja o assunto em questão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;E o outro lado? Essa conversa, que é a forma mais racional e objetiva de se enxergar uma boa discussão, tem sua placidez quebrada pelos integrantes do grupo, nós, os homens, ainda primatas que, em algum lugar escuro nos recônditos de seus intelectos guardam a pata empunhando o galho de árvore o qual serve muito bem para impor sua “superioridade”, um equívoco imperdoável esse, o de se ver “acima da média”, seja nas religiões, na política ou em qualquer outra área do “conhecimento” desse grupo que habita o planeta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Tudo bem! Admito que a figura é quase ofensiva, mas não existe lá muita diferença entre dois ou três torcedores de dois ou três times diferentes, debatendo e berrando suas visões pessoais (principalmente em uma mesa de bar), e dois ou três primatas berrando sobre quem vai ficar nesse ou naquele galho, ainda mais se os galhos estiverem à mesma altura. Vamos lá, imagine comigo: três caras discutindo avidamente por seus três times (seja lá de que esporte for), e três chimpanzés berrando suas vontades. Isso até aquele momento em que um deles, símio ou não, resolve que sua vontade é a única que pode estar correta e, por isso mesmo, é a que deve prevalecer. É quando aparece o galho, a garrafa, a faca, a pata ou o trovão!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;É também quando todos os motivos, justíssimos, para os que odeiam uma discussão, aparecem!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Mas eu insisto, e insisto em nome de nós mesmos, que esses motivos aparecem, não pela discussão, não pela oportunidade de aprender muito mais apenas interpretando as opiniões de terceiros, eles brotam unicamente de nossa arrogância ou da prepotência ainda inata que arrastamos como uma âncora presa em nossas cinturas, prepotência essa atada ao antigo erro de não saber discutir.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;É isso mesmo: &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;“não saber discutir”&lt;/span&gt;! Por quê?... Você sabe mesmo discutir? Tem certeza?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Quando foi a última vez que tentou defender uma idéia ou uma posição específica? E por quanto tempo conseguiu se ater aos fatos e ao cerne da questão, sem tropeçar em assuntos periféricos, motivos equivocados, conseqüências escusatórias ou desculpas esfarrapadas de suas próprias dúvidas, às vezes apenas para não dar o braço a torcer, com certeza perdendo uma excelente oportunidade de aprender um pouco mais sobre alguma coisa ou, até mesmo, dar um breve exemplo de retidão?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Eu canso (e você também se prestar atenção) de presenciar discussões onde o cerne do assunto, o motivador principal, o gerador da diferença de opinião é esquecido na maioria dos discursos em prol de exemplos, explicações de fatos, exposição de conseqüências daquilo que se quer debater realmente e daí para pior. Tudo isso sempre deixando de lado a oportunidade, felizmente nunca única, de se aprender mais sobre essa ou aquela opinião, sobre esse ou aquele assunto que pode ou não acompanhar a maioria do grupo durante toda a vida ou boa parte dela&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;É claro que não estou aqui para dizer a você como proceder - e quem sou eu para isso? –, mas por favor, sonhe comigo só por um momento: como seria a sociedade se nesses últimos 500 anos o homem tivesse mais vontade de entender e, aí sim, poder rebater o que o outro está dizendo ao invés de, apenas, fazê-lo calar-se com um galho qualquer ou alguma inquisição estúpida?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Até a próxima!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/431990569240036153-6170273406626486089?l=faloporquequeroouvir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/feeds/6170273406626486089/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=431990569240036153&amp;postID=6170273406626486089' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/6170273406626486089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/6170273406626486089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/2008/10/o-que-uma-boa-discusso.html' title='O que é uma Boa Discussão?'/><author><name>José Vasconcellos Dias Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10014757501413315720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_biu9Ea_s_s8/SP-sAVABkOI/AAAAAAAAAAM/edpeD-GrXMA/S220/JoseOlhando.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-431990569240036153.post-3172951234439041988</id><published>2008-10-03T12:15:00.000-07:00</published><updated>2008-10-03T12:22:37.707-07:00</updated><title type='text'>O QUE FAZ VOCÊ FELIZ?</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;As quatro loucuras da sociedade&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Primeira:&lt;/span&gt; "Todos têm de ter sucesso, não existem significados individuais.";&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Segunda&lt;/span&gt;: “Você tem de estar feliz todos os dias.”;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Terceira&lt;/span&gt;: “Você tem que comprar tudo o que puder.”;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;QUARTA:&lt;/span&gt; “Você tem de fazer as coisas do jeito certo.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Em 2005, por volta de Outubro, a revista “ISTO É” publicou uma reportagem de Roberto Shinyashiki que você já deve ter recebido em algum PPT da vida, “CUIDADO COM OS BURROS MOTIVADOS”, nela o escritor falava sobre como àquela época (2005) a sociedade tinha caminhado para um ponto de valorização do “fake”, do “parecer ser” em detrimento do “efetivamente ser”, veja só isso, em 2005 já era antiga a preocupação com aquilo que, na barra dos tribunais até poderíamos chamar de “falsidade ideológica”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;De lá para cá, das quatro loucuras da sociedade citadas naquela matéria (CUIDADO! São &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;quatro&lt;/span&gt; e não &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;três&lt;/span&gt; como, talvez, você possa ter lido em algum dos vários PPTs por aí!), justamente essa “quarta loucura” tem sido desconsiderada como loucura de forma quase orquestrada. Em prol do quê, é algo que vale muito a pena tentar entender bem ou, ao menos, ter uma visão mais crítica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Essa “quarta loucura” é: &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;“Você tem de fazer as coisas do jeito certo.” &lt;/span&gt;Ao contrário da afirmação categórica (e corretíssima) de Shinyashiki de que isso não existe, e já com essa óbvia resposta na cabeça, eu vou perguntar: &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Mas qual é esse tal jeito certo?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;E vou um tiquinho além: quem é que tem todo esse cabedal de conhecimento para poder olhar você nos olhos e dizer “qual é o jeito certo” para você fazer alguma coisa que você faz e te deixa satisfeito ou saciado? Afinal quem delegou a essa “entidade poderosa” o direito ao juízo de como você deve ou não deve agir no seu dia-a-dia em busca de suas próprias realizações?... Mas atenção, eu estou falando das &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;suas&lt;/span&gt; realizações, dos &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;seus&lt;/span&gt; desejos, das &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;suas&lt;/span&gt; vontades e não daquilo que te impõem como sendo o que deve ser! E para responder a minha pergunta, antes de mais nada, você precisa se desvencilhar dessa tal “entidade” que já o rodeia há muito tempo, você precisa ter muita certeza daquilo que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;você quer&lt;/span&gt; e não do que te dizem que é aquilo que você precisa querer, ou o que se deve alcançar, ou o que é absolutamente necessário para a sua felicidade!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Posso adiantar, não é fácil, não é simples e, com relativamente bastante dificuldade, você pode tentar conseguir separar, dentro de você mesmo, seus desejos dos desejos impostos pelo “tudo” que nos cerca.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Houve um tempo em que o ser humano tinha a opção de, simplesmente, ser feliz, sem disputas, sem guerras, sem rodeios e, muito menos regras de felicidade, ele apenas era feliz. Então veio a estranha e descabida “necessidade de sucesso”, aliás, a primeira loucura segundo Shinyashiki. Mas qual sucesso? Que sucesso? Como, isso de sucesso? Sucesso em que? Em viver sua própria vida? Em realizar-se dentro do que ele entendeu como viver a própria vida? Então, novamente, vem a perguntinha clássica: &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;“Mas quem instituiu esse tal sucesso?” &lt;/span&gt;e mais uma, talvez até mais séria ou que pode nos fazer pensar um pouco sobre tudo isso: &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;“E quem disse que ter essa visão de sucesso é ser feliz?”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;É claro que não tenho nada contra o tal sucesso, eu mesmo quero ter sucesso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Sucesso em criar meu filho, sucesso em ser um bom marido, sucesso em manter unida e feliz minha pequena família e, lógico, sucesso no meu trabalho, mas aí, esse último eu o quero porque ele representa uma base boa e feliz tanto pelo fato de eu fazer alguma coisa que eu gosto em uma área que eu gosto como, é claro, meus proventos contribuem bastante para resolver os empecilhos do dia-a-dia e que podem de várias formas, gerar problemas para minha família&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;E aí eu me lembro de outra coisa (e começo a chegar onde queria): houve um tempo em que a visão geral era de que o trabalho existia para o sustento de quem labutava; que o trabalho tinha como foco principal, mesmo que velado, o homem; ele existia sim para atender as necessidades sociais que demandavam procedimentos corporativos mais complexos mas, antes de tudo, ele existia para atender as necessidades do homem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;E por que, de repente, ele se tornou o foco principal? Por que ele, o trabalho, que é a lenha das fornalhas corporativas tornou-se o viés da sociedade?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Talvez pelo mesmo motivo que Shinyashiki detectou as “quatro loucuras” da sociedade, o fato dessa sociedade querer definir o que é certo e, é claro, essa mesma sociedade estar muito além da simples cooptação com a corporação, essa última como uma grande entidade!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255); font-style: italic;"&gt;“Ih! Lá vem ele!”&lt;/span&gt; – Você pode até pensar! Mas devo me obrigar a deixar claro que, contra corporações não tenho absolutamente nada, trabalho para uma afinal de contas, mas sobre essa mesma querer me dizer o que é certo para mim, aí já é uma outra história.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;E volto ao inteligente Shinyashiki, e sua matéria da VEJA de 2005 onde o mote central daquela entrevista (se você quiser ler no link lá embaixo), foi o corretíssimo combate a supervalorização da aparência coisa que, simplesmente, tiraniza os meios de comunicação e, é claro, em especial, a internet.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Esse sintoma de supervalorização de si mesmo é, apenas, a ponta de um iceberg cuja massa principal é o: &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;“você precisa ser o que queremos que você seja”&lt;/span&gt;, e aí, meu caro leitor, se você está com dificuldade de fazer o que sugeri mais acima, separar o que você quer daquilo que dizem que você quer, vem uma outra sugestão em tom de quase súplica: &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255); font-style: italic;"&gt;“tenha certeza de ser você mesmo, liberte-se!”. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A “massa do iceberg” que disse acima já chega como conseqüência da “quarta loucura”, e também reiterando-a, afinal, se você consegue realmente, acreditar em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“...fazer as coisas do jeito certo...”&lt;/span&gt;, pouco importando se esse é o jeito certo para você, então basta um pequeno empurrãozinho para que “compreenda” (benditas aspas) que “você precisa ser o que queremos que você seja”, e aí, igual ao índio “Tonto” daquela piada, vem mais uma perguntinha de resposta nada fácil: &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255); font-style: italic;"&gt;“Nós quem, cara-pálida?”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Existe uma resposta? Olha! Eu garanto a você que existe sim! E que ela é repetida e desacreditada há muitos anos, eu até posso dizer que a resposta nos é gritada há décadas, mas como disse, também é desacreditada há quase esse mesmo tempo. Sim porque demorou apenas uns poucos anos para que ficasse claro que esse “caminho” não podia ser desfeito e que a necessidade da tal “entidade” (na definição mais reta da palavra) sobrepunha-se a necessidade de um homem ou um grupo deles, fosse qual fosse o tamanho desse grupo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Não precisa procurar explicações de sci-fi ou nas páginas do “Apanhador nos Campos de Centeio”, na verdade é compreensível e é até simples que ao lutar pela sobrevivência um grupo possa não ter escrúpulos em desmembrar outro, ou TODOS os outros, mesmo que seja toda a sociedade, e tenha a mais absoluta certeza, caro leitor, se alguém quer dizer a você o que é melhor para você e esse alguém não é nem seu pai nem sua mãe, tenha cuidado – e mesmo assim tem muita gente que precisa ter cuidado com os próprios pais!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Eu?! Eu só estou mostrando!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A matéria merece ser lida e, principalmente, pensada:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.terra.com.br/istoe/1879/1879_vermelhas_01.htm"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;http://www.terra.com.br/istoe/1879/1879_vermelhas_01.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Até a próxima.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/431990569240036153-3172951234439041988?l=faloporquequeroouvir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/feeds/3172951234439041988/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=431990569240036153&amp;postID=3172951234439041988' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/3172951234439041988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/3172951234439041988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/2008/10/o-que-faz-voc-feliz.html' title='O QUE FAZ VOCÊ FELIZ?'/><author><name>José Vasconcellos Dias Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10014757501413315720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_biu9Ea_s_s8/SP-sAVABkOI/AAAAAAAAAAM/edpeD-GrXMA/S220/JoseOlhando.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-431990569240036153.post-6325643979360393982</id><published>2008-10-03T12:05:00.000-07:00</published><updated>2008-10-03T12:14:56.061-07:00</updated><title type='text'>TÁ NA MODA, TODO MUNDO TEM</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Como faço ao menos três vezes por semana, fui buscar meu filho na escola (os outros dois dias é ele e a mãe que me buscam no trabalho) e, enquanto aguardava, passam por mim dois garotos que me permitiram ouvir o seguinte diálogo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;- &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;"Mas onde seu pai vai comprar isso?"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;- &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;"Ah! No shopping!"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;- &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;"Mas ele vai comprar mesmo? Você tem certeza?"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;- &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;"Vai! Eu já disse que eu quero muito e..."&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;agora&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;agora&gt;&lt;/agora&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;&lt;agora&gt;&lt;/agora&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;"...tá na moda, todo mundo tem!"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Pois é! O cara quer muito, tá na moda&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;" &gt; to-do-mun-do-tem&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;! E vejam que estou falando de crianças na faixa etária entre 10 e 12 anos!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Trazendo para o foco da TI (ou TIC, se preferirem): alguém já percebeu a quantidade de cursos de "governança de TI" que apareceram por aí? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Eles chegaram aos borbotões, às pencas, aos tubos... E se estou falando de cursos de “governança” é porque &lt;sic&gt; "tá na moda", pois eu bem poderia voltar alguns anos, ou poucas décadas para os que comungam comigo de "áureos tempos", ou “tempos mesozóicos”, e lembrar os "cursinhos" de Cobol, Clipper, VB, linguagens em geral, ou a bolacha (em todo canto se acha) que eram os cursinhos daquilo que já se tornou obrigatório, o office e mais, e mais e mais. Com toda certeza cada um dos que me dão a honra de lerem esse texto, lembra do muito que lia ou ouvia sobre esse ou aquele "must da vez" na informática, porque TI é coisa de pouco tempo, TIC então, nem se fala.&lt;/sic&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Para piorar posso lembrar uma quantidade absurda (ao menos para a época) de cursos de datilografia, mas isso vai soar meio alienígena para alguns que lerem, além do que vou ser arremessado milênios atrás, quando esse tal de computador, ao menos como o entendemos hoje, era um brilho nos olhos de John von Neumann.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O modismo é algo visceral e que, quase sempre, embota o raciocínio daquele neófito que sonha em transpor o portal do universo TI e começa com a "linguagem da vez". É verdade! É verdade sim, mesmo frente à corretíssima visão de que o iniciante começa de baixo com alguma linguagem ou processo de desenvolvimento específico, o modismo aparecerá para, em um primeiro momento que pode durar meses ou anos (nunca semanas), jogar no chão um processo evolutório que bem poderia ser mais rápido, mas, encontrando essa resistência pacífica dentro do próprio sujeito (essa fascinação pelo modismo), o faz purgar, mesmo que, muitas vezes sejam positivamente, alguns poucos (ou muitos) anos de espera. Sim, é claro que não podemos esquecer que essa “espera” tem seu lado positivo, o passar de uns tempos trás à pessoa o peso da experiência que, conforme seja esse prazo, vai envergar mais ou menos seus ombros e permiti-lo ou não dar-se ao direito de um novo começo seja completo ou ainda dentro da profissão que resolveu abraçar naqueles tempos de jovial presunção.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Não estou criticando a atualidade, não estou nem questionando a atualidade, mas estou, realmente, querendo entender quando e por que o modismo se tornou uma peça tão fundamental do consciente coletivo e como é possível, tão tranqüilamente, sequer permitir-se tentar vislumbrar o futuro, um desejo tão arraigado no ser humano que elevou a condição de quase reis alguns que, seja lá por quais motivos tenha sido, souberam faze-lo com precisão assustadora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Isso de “é moda então eu quero” existe hoje de tal forma que é quase um “grande equalizador das gentes”, como o é, unicamente, a morte. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;É! Talvez seja isso! Assim como a morte é o verdadeiro equalizador, essa igualização imposta pelo modismo, também mata, por um período mais longo que o que qualquer um gostaria, o verdadeiro anseio pessoal que cada um de nós trás do útero. A vontade de crescer e evoluir fica tolhida sob grossas camadas de marketing de seja lá o que for o que é “up” na hora, assim, a capacidade inerente ao animal pensante que pensamos que somos, morre por um período que enquanto para uns é passageiro em vida, para outros passa com a chegada da verdadeira equalizadora, ou segue junto talvez.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Estando em dia com o modismo e suas sempre incertas marés, o indivíduo fica satisfeito, pois está “up-to-date” para aquele grupo e se conforma, ou melhor, se resigna com isso e o anseio pelo que o espera em um futuro indecifrável, a vontade de se antecipar às sortes da vida, a necessidade de planejar os passos que virão para executá-los com firmeza e confiança, simplesmente, fenece!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Para mim, o mais complicado nisso tudo é que o modismo é quase natural dos jovens (eu já fui jovem, garanto que é assim) o que me faz olhar com uma expectativa funesta para o futuro que nos aguarda. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Tudo bem! Tudo bem! Você bem pode dizer que sou um “saudosista” de tempos que, felizmente, passaram dando lugar a um novo presente ou que sou um antigo que não caminhou junto com seu tempo, mas pense bem, tenho 50 anos, sou da TI (ou TIC), já fui da informática e do grupo que trabalhava com o tal do cérebro eletrônico, nesses últimos 20 anos, por baixo, busquei estar sabendo (até faço meus “gerundismos”, viu?!) do que acontecia no momento, mesmo que falhando miseravelmente algumas tantas vezes. Vivo e convivo com uma galera mais nova quase que desde o início disso, sempre digeri muito bem o que aparecia por aí e, esse é um prazer que me reservo, em tribos diferentes, até mesmo de lugares diferentes o que me permitiu deixar a mente exatamente como o pára-quedas funciona, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;aberta&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;. Mas, de repente, o modismo passou a ditar os caminhos de uma maioria, ficou difícil ver o cara correr atrás de saber uma linguagem pelo prazer de saber em prol do que estava em evidência no momento. Aí ficou complicou!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Se, por acaso, delego responsabilidade ao mercado por isso? Ora! Mas é claro que sim! Sua “onipresença” e premência obrigam o neófito há esquecer um pouco seus desejos, ainda “verdes”, por um “lugar ao sol”, daí por diante fica automatizado em alguma cron&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;¹&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; no cérebro do sujeito a busca pelo que está “up” naquela época, seja ela qual for. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E o planejamento em prol do que o indivíduo realmente gosta se torna um refém do que o mercado dita como “the must”!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Planejar é um verbo transitivo que não freqüenta as comunidades do Orkut. Mas por quanto tempo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Até a próxima!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;¹ cron:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; Não é um deus do período sumério adorado por Conam, o bárbaro, é a redução bastante utilizada de “crontab” nome dado ao diretório/pasta onde se localizam scripts de automatização de tarefas no UNIX/LINUX. Também “rola” no WINDOWS, mas lá chamam de “Tarefas Agendadas”, o que dá no mesmo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/431990569240036153-6325643979360393982?l=faloporquequeroouvir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/feeds/6325643979360393982/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=431990569240036153&amp;postID=6325643979360393982' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/6325643979360393982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/6325643979360393982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/2008/10/t-na-moda-todo-mundo-tem.html' title='TÁ NA MODA, TODO MUNDO TEM'/><author><name>José Vasconcellos Dias Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10014757501413315720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_biu9Ea_s_s8/SP-sAVABkOI/AAAAAAAAAAM/edpeD-GrXMA/S220/JoseOlhando.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-431990569240036153.post-2785779865387622754</id><published>2008-10-03T11:56:00.000-07:00</published><updated>2008-10-03T12:01:22.706-07:00</updated><title type='text'>A Fábula do Ignorante e dos Presunçosos</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;La Fontaine, Esopo e seus pares viveriam “epifanias virtuais” tormentosas por aqui, uma após a outra e outra após essa uma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Do mundo virtual de um conhecido site de relacionamento profissional vem a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;fábula do Ignorante e dos Presunçosos&lt;/span&gt;:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;É mais ou menos assim:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Era uma vez...&lt;/span&gt; Vagava pelos mares da WEB um Profissional-De-TI-Desalocado que buscava opções de oportunidades mesmo que fora de seu “target principal”. Como todo profissional experiente ele sabia que era fundamental aparecer para o mercado, ter seu currículo difundido e seu “networking” expandido dentro do possível aceitável de forma a poder abranger mais possibilidades de re-alocação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;E qual a forma de conseguir isso, pensou ele?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Ora! - veio a resposta - Participar de um bom número de listas de discussão e sítios de relacionamento voltados para TI e com perspectivas de encontrar, entre seus pares, bons profissionais do mercado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;E assim fez ele, usando uma banda larga barata, pois tinha que tentar reduzir custos para a sua sobrevivência e de sua família, o Profissional-De-TI-Desalocado começou a participar de grupos de discussão, sítios de relacionamento profissional e coisas assim buscando inteirar-se mais e melhor com profissionais de seu ramo. E ficou muito satisfeito com o primeiro resultado, em um desses sítios ele encontrou um grande número de profissionais intitulados: Gerentes, Coordenadores, Líderes de Projetos, “Chiefs”, “Coachs” enfim o Profissional-De-TI-Desalocado tinha encontrado o Paraíso Da Re-alocação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Feliz da vida, ele comentou com sua esposa e alguns pouquíssimos amigos mais próximos, que sentia que sua chance estava próxima, que ele poderia mais logo ou mais cedo estar, novamente, de volta à ativa e que seu currículo, que embora não fosse de causar tanta inveja era digno e experimentado, seria seu passaporte para um reinício de atividades que o levariam a outras e mais outras opções, mesmo que o obrigassem a viagens ou coisa do gênero que ele tanto lia naqueles textos magistrais de tantos líderes do mercado de TI.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;E lá foi o Profissional-De-TI-Desalocado iniciar, educadamente, contato com pessoas que estavam anos-luz à frente dele, mas que, pelas próprias exibições de competência e destreza técnica, necessitavam de outros mais que ficassem à sombra de seus cargos para dar continuidade e apoio aos seus projetos sensacionais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;O Profissional-De-TI-Desalocado procurou o “Diretor-Executivo-Avaliador-Mestre-E-Discípulo-De-TI”, apresentou-se educadamente, falou sobre seu currículo e a agradável coincidência de seus nomes se cruzarem, ele no passado o “Diretor-etc,etc” no presente, em uma grande empresa e, cheio de pruridos, perguntou se haveria a possibilidade de ser aproveitado, em “qualquer carguinho”, para reiniciar sua escalada (mesmo que mais de baixo). O “Diretor-Executivo-Avaliador-Mestre-E-Discípulo-De-TI” foi bastante receptivo, respondeu quase que prontamente, &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;três dias depois&lt;/span&gt;:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;“É um prazer receber seu e-mail. Sim! Estamos &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;(?)&lt;/span&gt; aqui na grande empresa em um projeto de management de longo prazo (provavelmente uns eternos seis meses). Mas vejo que você é daquele rincão do País onde ainda não temos penetração, então, descendo de meu altar-pessoal, faço uma proposta: que tal você prospectar projetos para que nós possamos participar em parceria, por aí?”&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;O Profissional-De-TI-Desalocado leu aquilo, releu, ficou tentando entender onde estava essa vantajosa proposta em “prospectar projetos para terceiros” se ele queria um para si, mesmo que pequeno. Tentou esquecer que o “Diretor-Executivo-etc, etc…” existia e continuou sua busca por opções de trabalho. Como outros já tinham feito, resolveu ele mesmo, apesar de ser um pouco contra seus princípios éticos, invadir o “perfil” de outros se oferecendo e pedindo diretamente por uma oportunidade - &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;“Afinal está muito difícil mesmo…”&lt;/span&gt; - pensou ele - &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;“… e não há nada de indigno em buscar opções junto aos grandes, é até o mais certo a se fazer!”&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;E foi o que fez, em um sítio de relacionamento profissional, o Profissional-De-TI-Desalocado enviou uma mensagem para todos os participantes de sua “Rede-De-Relacionamentos-Profissionais”, gente que ele nunca vira na vida, oferecendo-se para trabalhar e perguntando por opções.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A resposta foi imediata, &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;na semana seguinte&lt;/span&gt; ele recebia uma enxurrada de: &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 204);"&gt;“vou ver o que posso fazer”&lt;/span&gt; em seu endereço eletrônico que quase o comoveu, não fossem elas absolutamente destituídas de qualquer toque pessoal ou &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;“… esse é meu endereço eletrônico de trabalho, nos envie seu currículo mais detalhado!”&lt;/span&gt;. Mas o Profissional-De-TI-Desalocado não esmoreceu, dentre a enxurrada de coisa nenhuma havia uma oferta para uma oportunidade em ambiente virtual que parecia promissora, seu perfil para negócios parecia ter encontrado algum eco no que podia ser uma ótima oportunidade, um projeto que seria lançado dali a duas semanas. O Profissional-De-TI-Desalocado esperou ansiosamente pela data enquanto fazia e enviava um currículo mais pessoal e detalhado para o endereço de onde viera a chamada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;No dia esperado a grande oportunidade &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;de participar de uma equipe de vendedores de carro&lt;/span&gt; lhe foi jogada graciosamente nas fuças…&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;O Profissional-De-TI-Desalocado entendeu afinal o que alguns dentre seus mais próximos e pessoais amigos tentaram avisar, mesmo que com muito cuidado, quando ele se mostrou tão ansioso com a chance de conhecer “grandes profissionais do mercado”:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;NO MUNDO VIRTUAL NÃO EXISTEM GERENTES, COORDENADORES, MUITOS MENOS CAÇADORES DE CURRÍCULOS ou “CHIEFS”, QUANDO MUITO, NO MUNDO VIRTUAL DOS SÍTIOS DE RELACIONAMENTO PROFISSIONAL VOCÊ ENCONTRA, e precisa aprender a filtrar, MUITOS PICARETAS FAZENDO AUTOPROMOÇÃO PARA CONSEGUIR ARRANCAR DE VOCÊ UM MOMENTO DE INVEJA ou UM PEDAÇO DE SEU PROFISSIONALISMO.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;PS. Pessoal dos sítios de relacionamento profissional, nem esquentem comigo, isso já aconteceu dezenas de vezes em todo e qualquer sítio que visa dar uma boa oportunidade a quem quer melhorar ou crescer. A culpa ou responsabilidade não é do sítio, claro que não, é dos que o usam como trampolim para uma piscina vazia!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Até a próxima!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/431990569240036153-2785779865387622754?l=faloporquequeroouvir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/feeds/2785779865387622754/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=431990569240036153&amp;postID=2785779865387622754' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/2785779865387622754'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/2785779865387622754'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/2008/10/fbula-do-ignorante-e-dos-presunosos.html' title='A Fábula do Ignorante e dos Presunçosos'/><author><name>José Vasconcellos Dias Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10014757501413315720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_biu9Ea_s_s8/SP-sAVABkOI/AAAAAAAAAAM/edpeD-GrXMA/S220/JoseOlhando.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-431990569240036153.post-3569423091610611405</id><published>2008-10-03T11:43:00.000-07:00</published><updated>2008-10-03T11:48:35.142-07:00</updated><title type='text'>NECESSARIAMENTE VOLÁTIL</title><content type='html'>O que você, meu caro profissional da área de TI, acha do seu trabalho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele é bem bacana, não é mesmo?! Ele é muito legal!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua área de trabalho é uma coisa importante, algo imprescindível para a evolução do mercado, seja do seu país ou do mundo todo, não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;NÃO! Não é não!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sinto muitíssimo decepciona-lo, meu querido amigo, mas o trabalho diário do profissional de informática não significa absolutamente nada!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah! Eu sei! Já tem um querendo torcer o meu pescoço ou cuspir em mim, isso sem falar dos que desistiram de continuar lendo o texto assim que viram o “absolutamente nada” aí em cima, afinal quem eu penso que sou para dizer uma coisa tão estapafúrdia como essa? O que eu penso ser para me arvorar o direito de fazer uma declaração tão cretina como assim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, meu querido e já nervoso amigo, atualmente eu sou um analista de sistemas já tendo vivido na pele de programador, analista de suporte a banco de dados, analista de infra-estrutura, DBA e outras funções mais ou menos nobres conforme a visão de quem lê, tive até o privilégio de ser estagiário e repito: nosso trabalho não é nada!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada se comparado a uma pirâmide como a de Quéops, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pirâmide tem lá seus 5000 anos, nosso trabalho, muitas vezes não dura nem 5 semanas e quem trabalha para o governo sabe muito bem disso. Eu tenho um triste exemplo, em meu currículo, de uma tarefa cujo resultado não durou sequer 5 dias. Há pouquíssimo tempo, já em minha nova atividade (que, aliás, estou curtindo e, mais, sendo curtido – como o couro), teve uma modelagem que foi guardada na gaveta assim que foi entregue, e está lá até agora, enquanto escrevo esse texto. E dizem que, se sair, terá de ser refeita para “atender novas demandas”!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entenda meu, ainda irritado, caro leitor: é claro que cada trabalho tem seu “tempo de vida”, isso é absolutamente normal para todos, tudo bem! Mas nós da TI temos um estranho prazer em desenvolver alguma coisa, analisar alguma coisa, configurar alguma coisa, com a certeza da eternidade ou algo parecido bem lá no fundo de nossas consciências, ou ali por perto. E sabe o que isso gera? Isso gera uma tremenda frustração quando vemos o trabalho cair por terra, ser deferido em prol de outro “mais bonitinho” ou que tem “um tio forte” ou porque é bem melhor que aquela telha (¹) que fizemos, por que não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E isso é uma tremenda injustiça com qualquer um, com você mesmo, comigo mesmo (é claro que estou nesse time), porque nos deixamos levar por uma necessidade adquirida, algo que, de repente, passamos a abraçar como nosso... E não é! Mas não é mesmo! Desde quando você precisa desesperadamente saber ou, ao menos, acreditar que é importante para mais alguém que não seja você e os seus? Ainda mais quando, certamente, esse alguém ou não sabe da sua existência ou está querendo (não é preocupado, é querendo) resultados práticos? Afinal de contas por que você precisa abrir os caminhos para uma nociva decepção acreditando em bites&amp;bytes, que podem desintegrar frente a qualquer ímã mal colocado (ou um pulso eletromagnético, mesmo), mas por que esses tantos “zeros&amp;uns” podem ser vistos como uma base sólida para a construção da sua pirâmide de Quéops?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que você tem que fazer parte de algo eterno, se você já é eterno?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não! Não vou dar cores religiosas ao texto, de jeito nenhum, embora comungue com uma boa parte da visão de Einstein sobre Deus (apenas uma boa parte), mas isso é papo para outro artigo - se é que, um dia, vou me atrever a isso, meu caro Max Jammer – aqui o assunto é, “apenas”, a eternidade da TI ou de outras tantas muitas opções profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convenhamos, dentre as profissões que estão por aí, talvez o profitente (gostei dessa palavra) tenha o resultado mais eterno na sua ação profissional, afinal o que aprendemos, segundo dizem, segue conosco pela eternidade de nossa curta existência até o inexorável fim, ou até um Parkinson nos pegar de jeito, ou alguém resolver mudar as coisas como é o caso da reforma gramatical que me cai na cabeça (como vou viver sem meus tremas, como?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas você, meu caro profissional de TI, que está aí lendo minhas divagações e pensando seriamente em arrumar coisa melhor para fazer, consegue entender por que seu trabalho (o nosso trabalho) não significa nada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É porque ele NUNCA se firma, NUNCA “fica pra semente” como dizem os mais velhos, ele desvanece com o tempo e, bem sabemos na verdade, não é um tempo tão longo assim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro, você me lembrará da telecomunicação, dos avanços tecnológicos “que vieram para ficar” e eu, sem esforço, apenas pedirei que relembre quanta coisa “veio para ficar” nesses últimos 5 anos e acabou por dar espaço para outras tantas que também vieram para o mesmo fim. Veja as, já notoriamente verdadeiras, “Tecnologias Disruptivas”(²), elas correm em paralelo em mercados alternativos por algum tempo e, de repente, substituem tudo aquilo que você se orgulhava de ter economizado para comprar, e por um preço bem menor ainda por cima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas seja disruptivo ou não, o trabalho da quase totalidade dos programadores, dos analistas, dos DBA, todos os CIOs, todos os gerentes de projetos e aí por diante naquelas profissões de TI geradas pela demanda de serviços, é volátil como éter!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt; E o outro lado da moeda? Onde fica?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Aqui ó:&lt;/span&gt; Felizmente essa profissão não é de trabalhos eternos e nem nunca será, afinal de contas, se as empresas estivessem satisfeitas com suas planilhas em VISICALC, o EXCEL nunca existiria, o OFFICE seria algo da ficção científica e WINDOWS nunca passaria de uma palavra inglesa para “janelas”, o que, para alguns mais conscientes, seria uma proximidade com o sétimo céu. Mas vou logo avisando que uso o WORD para escrever meus artigos! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que seria de nós, atuais profissionais de TI, quase 40 anos depois do brilhantismo de Dan Bricklin? Haveria um UNIX e, por derivação, um LINUX, se o mercado estivesse saciado em sua sede de velocidade, respostas rápidas, bom desempenho e segurança de informação? Será?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, meu caro leitor da área de TI, tenha a mais absoluta certeza, e a essa altura já não é tão difícil assim, que o mercado dita o prazo da eternidade de nossos trabalhos ou das ferramentas que usamos hoje em dia, até mesmo quando somos tomados de assalto por uma daquelas “tecnologias disruptivas”, essa já vem com alguma “grife” por trás mesmo que sob a forma de algum nome fantasia que esconda as “sonys” da vida, então, vendo assim, é bem mais simples de entender por que nosso trabalho não é e nem deve ser tão imprescindível e eterno quanto você ou eu gostaríamos que fosse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que aqueles que me execraram no início do texto, devem estar pensando em meditar um pouco melhor sobre essa “volatilidade” de nossas profissões. Pelo menos, posso garantir, eu sou muito agradecido a ela. Não fosse esse fim precoce a que algumas de nossas ferramentas, métodos e resultados se submetem em períodos de ciclos indefinidos, a grande maioria de nós estaria em outras profissões, o que não podemos sequer arriscar dizer se, por um acaso, seria melhor, pior ou a mesma coisa. Considerando essas duas faces de um assunto tão mais rico que esse breve resumo a que me atrevo, dá para dizer sem susto que operamos em um universo profissional cuja volatilidade é absolutamente necessária tanto para sua manutenção quanto para sua (nossa) evolução!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, falando em mercado e VISICALC, você sabia que o Dan Bricklin não ficou rico com sua planilha eletrônica?... Que o LOTUS 1-2-3 rendeu horrores e que a dona do OFFICE fatura milhões? (acho que essa última todos sabemos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É assim que o mercado funciona! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isso bem pode ser um outro artigo, mais tarde!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a próxima!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; (¹) Para os que não sabem, nos tempos coloniais, e ainda hoje em alguns lugares, as telhas eram moldadas nas coxas dos trabalhadores. Acho que me fiz entender, não é?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; (²) &lt;a href="http://www.profissionaisdetecnologia.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=147"&gt;http://www.profissionaisdetecnologia.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=147&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/431990569240036153-3569423091610611405?l=faloporquequeroouvir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/feeds/3569423091610611405/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=431990569240036153&amp;postID=3569423091610611405' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/3569423091610611405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/3569423091610611405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/2008/10/necessariamente-voltil.html' title='NECESSARIAMENTE VOLÁTIL'/><author><name>José Vasconcellos Dias Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10014757501413315720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_biu9Ea_s_s8/SP-sAVABkOI/AAAAAAAAAAM/edpeD-GrXMA/S220/JoseOlhando.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-431990569240036153.post-9222424007416679217</id><published>2008-10-03T11:40:00.000-07:00</published><updated>2008-12-04T11:14:59.045-08:00</updated><title type='text'>GERAÇÃO MASTIGADA or "The Dumbest Generation"</title><content type='html'>Não sei se é correto delegar ao avanço tecnológico a responsabilidade pela triste redução das sinapses da galera de hoje em dia. Você que está lendo, conseguiu entender? Não?! Pois é! São as sinapses!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia aparenta ser cada vez mais necessário que as coisas já venham prontas para consumo, já venham mastigadas. Agora imagine só: Você ficaria contente se alguém mastigasse sua comida para você?  ARGH!... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você acha que sente o seu cérebro quando você não deixa que ele faça aquilo que ele precisa, e foi feito, para fazer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele se sente descansado? &lt;br /&gt;Ele se preserva para coisas mais importantes? &lt;br /&gt;Os neurônios agradecem com sorrisos e loas (?) à sua bondade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ledo engano, meu caro! Ele se sente "enferrujando" e aí, as tais sinapses de que falei passam a ter mais dificuldades para acontecer, e você vai ficando... Como dizer isso de uma forma branda?... Lerdo, sonso, bobo, preguiçoso, tapado e, lentamente, vai passando a, cada vez mais, ser parte atuante de um grupo que a revista SUPERINTERESSANTE nº256 desse mês de Setembro/2008, em uma matéria-debate bastante interessante, vê uma das partes chamar de “a geração mais estúpida que já houve”, (“The Dumbiest Generation”).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como é isso de ficar esse monte de ofensas que eu fiz aí em cima que resultaram em alguns terem desistido de continuar lendo o texto?... Isso dentre os que não se cansaram apenas em olhar o tamanho dele. Eu explico, ou melhor, eu tento explicar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O corpo humano precisa de exercícios, não é necessariamente imprescindível que sejam aqueles das academias onde você sai suado, cansado, machucado, todo dolorido e se sentindo "um gato" (ou gata, é claro!). Muitas vezes o fato de andar todo dia, mesmo que em atividades rotineiras - Sorry, mr. Cooper! - já ajuda a não ficar um bolo disforme e achaquilhado (?). &lt;br /&gt;É sério! Parece brincadeira, mas é tão sério quanto é lógico que um exercício físico mais elaborado ajuda bastante na saúde física e mental de qualquer um. Acontece que podemos levar essa mesma visão para o cérebro como se ele fosse o tal do "corpo que precisa de um gás", a diferença está no tipo de laboração (?) que o cérebro precisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante séculos a tarefa de pensar para entender, raciocinar mais ainda para poder entender melhor ou descobrir para que serve aquele palito com pólvora na ponta, mas durante muito tempo mesmo, essa farfúncia (?) foi executada de maneira automática. O ser humano, quando sutilmente diferente da maioria, pensava para entender bem alguma coisa, qualquer coisa, mesmo porque não havia como ser diferente, afinal não tínhamos, sempre à mão, algo ou alguém que interpretasse as coisas para nós, que mastigasse a informação e abolçasse-a (?) diretamente em nosso cérebro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece que, de uns tempos para cá isso ficou um enfado (?) e quase desnecessário, isso porque as coisas bem podem "vir mastigadas" para nós, daí é só puxar a tampinha e engolir, ou digitar uma palavra e ter um mundo de informações sobre ela, sem sequer pensar qual livro vai usar para fazer a pesquisa ou se aquele bando de palavras juntas realmente diz alguma coisa coerente sobre o que queremos pesquisar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- OPA! NÃO ESTOU FAZENDO APOLOGIA CONTRA A INTERNET, PERAÍ! -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo porque é óbvio que, se bem usada, ela é importantíssima para a educação. Mas que as coisas estão perigosamente fáceis demais, lá isso estão, daí o "bem usada", algo difícil de entender às vezes!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A letrinha está pequena, as “palavras estranhas” são difíceis até de se ler, além do que não se entende o significado e, ainda por cima, o texto é grande demais... E você leu até aqui? Meus parabéns!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calma! Não fique achando que o congratulei exageradamente, foi sério, porque bastam esses poucos fatores que citei para que uma boa parte (eu tenho vontade de arriscar: "a maioria”) da geração de 80 para cá simplesmente desista de ler uma infinidade de textos recheados de boas informações. E não se iluda, esse também é um dos grandes motivadores da evasão escolar, a preguiça de ler e conseqüentemente, de aprender. Mas não estou defendendo as políticas educacionais não, elas também têm uma boa parcela de culpa, no caso do nosso querido (pelo menos eu, o amo!) País, elas precisam desesperadamente de “updates”, “upgrades” que sejam, efetivamente, tornados comuns ao senso público e consolidados até mesmo naquela escola daquele mais distante rincão (?), ou o que mais seja possível, até mesmo, e muito justamente, para que nossos profitentes (?) reaprendam suas artes, tão miseravelmente remuneradas pelo Estado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que fazer?... Ah! Sei lá! Mas posso garantir que a primeira coisa, a mais fundamental e imprescindível, é ler, e ler muito, e ler tudo, como dizem: “Ler até bula de remédio”. E ter algum saco de ir ao dicionário para entender essa ou aquela palavra diferente, ou você acha que os “(?)” que pus acima estão lá porque achei engraçadinho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ta! Tudo bem! Pode ser um "on-line" mesmo, mas tem que ser bom!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que você TEM QUE LER, ler e ENTENDER!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acostume-se e acostume seus irmãos menores a lerem. Para começar, sugiro que usem gibis e veja bem que eu disse gibis não disse “mangás”, pois nos gibis temos a sorte de encontrar um Maurício de Souza (É! Não estou falando de HQs da Marvel, não!) que prima pelo bom texto, daí passem para literaturas que gostem ou que pareçam interessantes, ou que façam você querer saber como termina, MAS, PELO AMOR DE DEUS, NÃO VÁ LER A ÚLTIMA PÁGINA, POR FAVOR!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEJA COMO FOR, LEIA!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a próxima!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/431990569240036153-9222424007416679217?l=faloporquequeroouvir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/feeds/9222424007416679217/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=431990569240036153&amp;postID=9222424007416679217' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/9222424007416679217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/431990569240036153/posts/default/9222424007416679217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://faloporquequeroouvir.blogspot.com/2008/10/gerao-mastigada-or-dumbiest-generation.html' title='GERAÇÃO MASTIGADA or &quot;The Dumbest Generation&quot;'/><author><name>José Vasconcellos Dias Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10014757501413315720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_biu9Ea_s_s8/SP-sAVABkOI/AAAAAAAAAAM/edpeD-GrXMA/S220/JoseOlhando.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
